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Uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, segundo a revista Time, Jill Bolte Taylor lança o livro

Hoje considerada pela revista Time uma das cem pessoas mais influentes do mundo, a neuroanatomista Jill Bolte Taylor, também professora e pesquisadora não poderia imaginar o quanto o acidente vascular cerebral (AVC) que sofreu em 1996, mudaria sua vida.

No livro que ganhou o título de A Cientista que Curou seu próprio Cérebro, lançamento da Ediouro no mês de agosto, ela conta sua experiência desde a consciência do que estava acontecendo no momento do derrame, como encarou o problema e a sua interferência na reconstrução do próprio cérebro, nos oito anos de sua recuperação.

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Uma história surpreendente que a tornou conhecida nos Estados Unidos e no mundo.

Em 10 de dezembro de 1996, Jill Taylor, que tinha 37 anos, acordou com uma dor penetrante atrás do olho esquerdo, mas seguiu sua rotina. No banho, já com a visão turva e sem distinguir onde era o começo e o final do próprio braço, ela se deu conta do que acontecia: “Caramba, estou tendo um derrame”. Teve tempo de ligar para seu escritório e pedir ajuda. Em poucos minutos já não compreendia a voz do outro lado da linha. Não andava, não falava, não lia nem escrevia.

“Estranhamente, a sensação era ótima”, declara Taylor.

Um amigo a levou ao hospital, onde passou por uma cirurgia, seguida por oito anos de recuperação. O desejo de contar aos outros sobre o estado de nirvana que atingiu, a motivou fortemente a se curar.

Por ser neuroanatomista, Jill sabia da capacidade de regeneração do cérebro após sofrer uma lesão, e a partir de seu conhecimento, estabeleceu uma disciplina que diz ter sido fundamental para sua recuperação que chamou de auto-reprogramação das funções cerebrais por meio do controle de sentimentos.

Após alguns meses os vários circuitos afetados pelo derrame voltaram a funcionar e foi justamente quando percebeu que sua escolha entre estimulá-los ou não, fazia diferença. Ela percebeu que certos pensamentos estimulam os circuitos emocionais e resultam numa resposta fisiológica – boa ou ruim. “Todos nós temos a habilidade de escolher em que focar nossa mente”, diz.

Depois de oito anos de muito trabalho e com o auxílio de uma terapeuta e de sua mãe que a ensinou ler novamente, montar quebra-cabeças, se alimentar e ir ao banheiro, Jill se considera totalmente recuperada, todos os seus movimentos voltaram, recuperou a fala, voltou a lecionar, mora sozinha e é totalmente independente. Alguns poderiam dizer que hoje ela é a mesma pessoa que era antes do derrame, mas essa afirmação seria falsa. Depois do AVC, que atingiu o lado esquerdo de seu cérebro, área responsável pelo pensamento lógico, Jill entrou em contato com seu hemisfério direito, que seria a área mais criativa e não pretende abandonar todo o conhecimento adquirido com esse lado menos “rígido”, muito pelo contrário, em “A Cientista que Curou o próprio Cérebro” ela divide sua experiência com os leitores.

Sua palestra de 18 minutos dada na conferência TED - fórum anual para a apresentação de idéias científicas inovadoras - está disponível na internet e mais de dois milhões de pessoas assistiram ao vídeo, e mais de 20 mil ao dia continuam a fazê-lo.

Também recebe mais de 100 e-mails de fãs ao dia. Alguns deles são cientistas especializados no estudo do cérebro, fascinados com o fato de que uma colega tenha sofrido um derrame e agora tenha podido retornar e traduzir essa experiência.

Livro: A Cientista que Curou seu próprio Cérebro
Autor: Jill Bolte Taylor
Nº de páginas: 224
Preço: R$ 29,90

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Na Bienal do Livro

Bate-papo com Roberto Shinyashiki neste sábado na Bienal

Bate-papo descontraído com Roberto Shinyashiki sobre o livro “Sempre em Frente”, seguido de sessão de autógrafos, é a dica para o próximo sábado, dia 23 de agosto, às 14 horas, no estande da Editora Gente (Ruas L/M – Avenida 3), na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, doutor em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado em Gestão de Negócios (MBA-USP). Em “Sempre em Frente”, o autor não se faz de rogado e, a partir dos próprios dilemas e experiências, se coloca ao lado dos jovens e, com sua tradicional sabedoria, aponta caminhos e inspira realizações.

Bate-papo com Roberto Shinyashiki
Dia: 23 de agosto (sábado)
Horário: 14 horas
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Estande da Editora Gente (Ruas L/M - Avenida 3).

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A relação entre setor público e sociedade no Estado Democrático de Direito

A ausência de estudos sobre o controle da administração pública no Brasil gerou um vácuo que tem marcado a esfera pública. Para ajudar a preencher esse espaço, a Editora Unesp, em parceria com a FGV e a Oficina Municipal, lança Controle Social da Administração Pública: cenários, avanços e dilemas no Brasil. A obra, organizada por Álvaro Martim Guedes e Francisco Fonseca, analisa o interesse da sociedade em controlar a administração pública e o modo como fazê-lo.

Os dez textos que compõem o livro propõem a reflexão e o debate acerca de duas relevantes dimensões do controle social. A primeira delas são suas definições conceituais, ao passo que a segunda se volta para os agentes desse controle e as experiências concretas ligadas à sociedade civil, à participação popular e à descentralização do poder.

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Tendo sempre como tema de fundo o Estado Democrático de Direito e o efetivo exercício dos direitos dos cidadãos junto às autoridades, Controle Social da Administração Pública retorna ao ano de 1891, data da primeira Constituição da República. Dessa forma, mostra que houve um processo, ainda em curso, de cristalização das instituições democráticas e dos anseios do povo em controlar seus governantes e o “aparato burocrático”. Por esse viés, são vistos os elementos que desmitificam a concepção de imutabilidade e ineficácia do setor público.

Além disso, propõe uma análise mais profunda da questão, que não se limita ao reducionismo da concepção de sociedade dividida em esfera pública e privada. E, para o futuro, este livro ainda projeta relações mais estreitas entre o cidadão e os gestores públicos, não obstante reconheça a grande dificuldade enfrentada no país em relação às políticas públicas.

Sobre os organizadores - Alvaro Martim Guedes é bacharel e mestre em Administração Pública e doutor em Administração pela FGV /SP, professor no Departamento de Administração Pública da Unesp, campus Araraquara, e responsável por disciplinas na área de Contabilidade e Finanças Públicas.

Francisco C.P. Fonseca é bacharel em Ciências Sociais (PUC/SP), mestre em Ciência Política (Unicamp) e doutor em História (USP), professor de Ciência Política no programa de Pós-graduação em Administração Pública e Governo na FGV/SP e autor de O consenso forjado - a grande imprensa e a formação da agenda ultraliberal no Brasil (Hucitec, 2005), entre inúmeras publicações. É pesquisador do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (Ceapg) na FGV / SP.

Título: Controle Social da Administração Pública: cenários, avanços e dilemas no Brasil
Organização: Alvaro Martim Guedes e Francisco Fonseca
Número de páginas: 296
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 33

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Kid Vinil e sua banda abrem a noite de autógrafos com um pocket show

Desde Elvis Presley até Cansei de ser Sexy, muita coisa mudou no mundo do rock. O caminho musical trilhado pelas juventudes das mais diversas gerações chega ao público num lançamento da Ediouro, o Almanaque do Rock, de Kid Vinil.

Dividido por décadas, o Almanaque do Rock faz uma retrospectiva deste estilo musical desde os anos 50 até hoje. É nesta ordem cronológica que Kid Vinil relembra os grandes músicos que influenciaram gerações, não apenas no campo da música, mas também na forma de se vestir e se comportar.

São 248 páginas que reúnem dados sobre as mais diversas tendências do rock, entre elas Bebop, Surf Music, Folk Rock, Psicodelismo, Glam Rock, Jovem Guarda, Rock Progressivo, Tropicália, Heavy Metal, Punk Rock, Grunge e muitos outros, lembrando sempre os principais representantes de cada segmento, no Brasil e no mundo.

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O Almanaque do Rock traz nomes consagrados como Chuck Berry, Beatles, Jimi Hendrix, The Doors, Led Zepellin, Raul Seixas, U2; não se esquece, porém, daqueles chamados “one hit wonders”, bandas que tiveram um único trabalho de sucesso e desapareceram, mas mesmo assim escreveram seu nome na história do rock.

Kid Vinil relembra os grandes festivais e ainda presenteia o leitor com seleções dos melhores álbuns de algumas bandas, épocas e estilos. Curiosidades como o topless de Janis Joplin em Copacabana e o discurso de Caetano Veloso no III Festival da Canção completam esse almanaque.

Kid Vinil é músico, jornalista e radialista. Começou sua carreira em 1979, na rádio Excelsior FM (SP). Na década de 1980, liderou o grupo Magazine e ficou conhecido com os sucessos Sou Boy e Tic Tic Nervoso. Na mesma época, foi colaborador da Folha de S.Paulo e de O Estado de S.Paulo, escrevendo resenhas musicais. Na década de 1990, apresentou o programa Som Pop da TV Cultura. Foi diretor artístico das gravadoras Eldorado e Trama e VJ da MTV. Kid Vinil também é DJ de rock em diversas casas noturnas, e sua banda mais recente é a Kid Vinil Xperience (www.kidvinil.com). Ele mantém um blog com dicas de lançamentos e raridades musicais no site www.kidvinil.blogspot.com.

Título: Almanaque do Rock
Autor: Kid Vinil
Formato: 20,8 x 23
Número de páginas:248
Preço: 49,90

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Martins apresenta, para a Bienal do Livro, “A filosofia do direito”, de Michel Troper

O direito está presente em nossas vidas, desde o nascimento, com a obrigatoriedade de registrar a criança, por exemplo. Quando compramos o mais simples objeto ou pegamos um ônibus, há ali um contrato e lá está ele novamente ditando as regras. Refletir sobre como essas normas e outras tantas se ajustam em nossas vida é uma das vertentes desta obra

A reflexão sobre o direito é tão antiga quanto o próprio direito. Contudo, por mais que sejamos conscientes dessa onipresença do direito e capazes de aplicar ou de produzir regras, muitas vezes temos dificuldade em defini-lo.

Como saber se as regras que definem o que é jurídico são de fato jurídicas, se são do direito ou de outra coisa? Essa pergunta não é jurídica, e sim filosófica.

Os livros sob o título de “filosofia do direito” são de extrema diversidade, não só quanto aos pontos de vista doutrinais, mas também quanto aos conteúdos. Não existe acordo sobre uma definição do direito, sobre uma definição da filosofia do direito, sobre se ela é um ramo da filosofia ou uma parte da ciência jurídica. Tampouco há consenso sobre as questões de que deveria tratar, nem sobre suas funções, nem sobre a própria expressão “filosofia do direito” – que alguns preferem chamar “teoria geral do direito”.

Assim, as obras de “filosofia do direito” têm em comum o fato de oferecer um ponto de vista bastante abrangente sobre o direito. Algumas apresentam as doutrinas; outras, questões mais específicas abordadas nesse tipo de discussão.

O propósito deste livro é mostrar como se desenrola o debate filosófico sobre o direito, com uma breve exposição de alguns dos tópicos mais importantes: a definição da filosofia do direito e de seu objeto, a ciência do direito, a estrutura do sistema jurídico e o raciocínio em direito.

Michel Troper (França, 1938). Professor da Université Paris X ¾ Nanterre, membro do Institut Universitaire de France e diretor do Centre de Théorie du Droit; professor visitante em renomadas universidades norte-americanas, como a Cardozo Law School de Nova York, a University of Chicago e a Boston College. É autor de vários livros e artigos sobre direito constitucional e teoria jurídica, como Pour une théorie juridique de l’Éat e Lê droit, la théorie du droit, l’État.

A filosofia do direito
Editora: Martins
Autor: Michel Troper
Tradução: Ana Lúcia Deiró Cardoso
160 pp.
12,5 cm X 18,5 cm
R$ 29,00

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Lançamento Livro

Lançamento livro: “O Gabinete de Curiosidade de Domenico Vandelli”

Uma publicação patrocinada pela Fundação BNP Paribas e apoiada pela Financiadora de Estudos e Projetos Ministério da Ciência e Tecnologia (FINEP). Trata-se de um acervo que expõem as experiências cientifícas, conhecimentos indígenas e riquezas espontâneas realizadas em pesquisas no Brasil fomentadas por Domenico Vandelli.

Editado pela Dantes Editora o livro reúne um verdadeiro tesouro enterrado, e oferece aos leitores uma visita através do tempo ao universo do naturalista que conheceu o Brasil apenas por meio dos relatos dos seus discípulos e correspondentes. Levantado entre 1999 e 2006, o acervo foi construído fisicamente por uma equipe de oito pessoas, responsáveis pela digitalização das pesquisas realizadas no Brasil.

Domenico Vandelli nasceu em Pádua, em 1735, médico e naturalista, fez a natureza brasileira brotar nas terras européias. Orientou as Viagens Filosóficas às colônias: expedições de naturalistas e ilustradores com o objetivo de conhecer o território ultramarino. Criou os Jardins Botânicos de Portugal, foi professor de química, orientou as viagens filosóficas e teve uma fábrica de cerâmica. Escreveu sobre a pólvora, jardins e museus entre outros inúmeros assuntos interessantes. Foi ainda conselheiro de dom João VI, correspondente de Linneu e amigo de Sir Joseph Banks.

O lançamento acontece na próxima quarta feira, 20 de agosto, a partir das 19h00, no Museu do Jardim Botânico. O evento contará com a presença do Presidente do Banco BNP Paribas Brasil, Louis Bazire, representantes da Dante Editora, responsável pela edição do livro e o local do evento, presidentes e diretores de empresas ligadas a Fundação BNP Paribas e a elite cultural da cidade.

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Exposição “Amado, Jorge Amado”

Jorge Amado é homenageado em exposição que reúne 13 artistas plásticos

Os livros do escritor Jorge Amado, que encantam milhões de pessoas em todo o mundo, são a inspiração da coletiva “Amado, Jorge Amado”, que a CAIXA Cultural (Praça da Sé, 111) promoverá, a partir de 22 de agosto. A entrada é franca.

Com curadoria de Mônica Hernandes, a mostra apresenta 30 trabalhos de 13 artistas plásticos em diversas técnicas (pintura, escultura, fotografia, intervenção e instalação), inspirados na obra do escritor baiano, seja em seus livros ou em aspectos que permeiam sua produção.

A coletiva é composta por trabalhos dos artistas representados pelo Escritório de Artes Mônica Hernandes: Andréa Barata (A Bola e o Goleiro), Cristina Domingos (Tieta), Dalila Nascimento (simbolismos presentes em todos os livros e suas traduções nos continente), Dircéa Mountfort (Mar Morto), Geraldo Bope (Seara Vermelha), Márcia Vinhas Fernandes (O Milagre dos Pássaros), Milton Tortella (um pouco de cada obra, pois trabalha várias simbologias e personagens), Nereu Cerdeira (conceitual: as águas, os símbolos religiosos, as letras em referencia ABL ), Ricardo Bertagnon (O Sumiço da Santa), Saulo Mota (Quincas Berro D’agua), Sônia Valério (Quincas Berro D’água), Vagner Beijo (O País do Carnaval) e Vanda Ramirez (Tieta).

O projeto vem sendo desenvolvido há dois anos. “A forma encantadora com que retrata nosso Brasil, embora suas obras falem muito da Bahia, permite-nos a alusão a qualquer região do nosso país, pois as questões abordadas como folclore, miséria, a prostituição, a disputa pela terra, a ganância política, a religiosidade (em toda a sua forma de expressão) estão presentes em todos os Estados, e são incrivelmente atuais. Jorge Amado é o autor brasileiro mais traduzido em outras línguas. Teve uma atuação política e social ativa, foi um homem à frente de seu tempo”, ressalta a curadora.

Monica Hernandes ressalta ainda que procurou não se ater apenas aos personagens mais conhecidos. Para isso, trabalhou com os artistas também os símbolos e signos presentes em sua narrativa, que ganharam a concepção resultante de suas reflexões pessoais, que remeterão o público à essência do autor e de sua grandiosa obra.

A exposição “Amado, Jorge Amado” ficará em cartaz de 22 de agosto a 12 de outubro CAIXA Cultural (Praça da Sé, 111). O horário de visitação é de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é franca. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3321-4400 ou no site www.caixa.gov.br/caixacultural.

O quê: exposição “Amado, Jorge Amado”,
Quando: de 22 de agosto a 12 de outubro, de terça a domingo, das 9h ás 21h
Onde: CAIXA Cultural (Praça da Sé, 111)
Quanto: entrada franca
Informações: (11) 3321-4400 ou www.caixa.gov.br/caixacultural
Recomendação de faixa etária: livre
Abertura para imprensa e convidados: dia 21 de agosto, às 19h30
Realização: CAIXA Cultural
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

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Livro Em Pauta é lançamento especial da Bienal do Livro de SP

Pauta, como a palavra sugere, é, em resumo, um roteiro de temas que orienta, no meio jornalístico, uma reportagem e sobre como tratar da matéria em questão. No caso desta obra, porém, indica caminhos para a própria existência em sociedade e no âmbito pessoal.

O presente livro reúne coletânea de artigos do jornalista e escritor José de Paiva Netto publicados em O Sul, de Porto Alegre/RS, e reproduzidos em outros grandes jornais do País e do exterior. Nesta obra, o leitor encontrará, de modo claro, rumos novos para antigos problemas, agora tratados à luz de um conhecimento que alcança a transcendência espiritual. Esse prisma de abordagem chama a atenção, principalmente, daqueles que buscam fugir do lugar-comum, conforme destacou a mestranda em farmacologia Isanete Bieski, ao afirmar: “Paiva Netto tem uma visão diferente sobre o sofrimento, sobre os problemas sociais do País. Ele leva uma mensagem de esperança para muitos; tem essa capacidade de ajudar as pessoas, incentivá-las com o exemplo dele”.

Em um trecho, o escritor ressalta: “(…) Em vez de nos matarmos por causa de religião, de ciência, de ideologia, de filosofia, de política, de clubes de futebol, ou o que mais o seja, devemos nos unir ecumenicamente, isto é, sem levar em consideração a crença ou descrença da criatura humana, ou se é negra, branca, amarela, mestiça - aliás, toda a população terrena é mestiça -, e levantar quem estiver caído na vala comum da miséria física, social, moral ou espiritual. Esse é o Ecumenismo sem fronteiras que pregamos. (…)”. Em outro, destaca a relevância da Cultura de Paz e adverte que, durante gerações, aos jovens e às crianças foi-se oferecido pouco mais que lixo e, portanto, não é de estranhar o conflito existente hoje entre povos e, até mesmo, no meio familiar.

Em Pauta
Autor: Paiva Netto
Editora Elevação
Formato: 14x21
Páginas:264
Preço: 19,90

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Indice de Leitura

Oportunidade de ampliar índice nacional de leitura

Por Antoninho Marmo Trevisan

As estatísticas nacionais relativas aos livros são historicamente negativas. Ano a ano, as pesquisas indicam que o brasileiro lê pouco, comprando menos de dois exemplares por habitante/ano. Porém, antes de condenar sumariamente nossa população por seu índice de leitura, é preciso considerar que, nos mais de cinco séculos desde o descobrimento, ela foi paulatinamente afastada das letras por razões de ordem política e econômica.

É preciso lembrar, por exemplo, que a imprensa e as tipografias brasileiras surgiram somente em 1808, três séculos e meio depois que o alemão Gutenberg inventou o tipo móvel. O Brasil foi um dos últimos países do mundo a implantar tipografias. O atraso não se deu apenas devido à localização remota e precariedade da então Colônia em relação à Europa, mas, sobretudo, em decorrência do espírito inicial de nosso colonialismo. “Mais importante do que alfabetizar as crianças indígenas era destruir nelas a cultura de seus pais”, observa Nélson Werneck Sodré.

Em 2008, transcorrem 200 anos desde a instalação da primeira tipografia, a Imprensa Régia, e do primeiro jornal oficial, A Gazeta do Rio de Janeiro. É um expressivo aniversário da imprensa e da indústria gráfica em nosso país. Feliz coincidência desse bicentenário com um momento bastante favorável da economia, em que temos boas oportunidades de reverter a perversa distribuição de renda e o crescimento baixo do PIB nas últimas décadas, dois fatores realmente inimigos do mercado livreiro.

Temos todas as condições de pôr fim a um cenário no qual milhões de brasileiros não criaram o saudável hábito de ler jornais, revistas e livros. O crescimento da economia e a recente inclusão de expressivo número de famílias no mercado de consumo abrem novas perspectivas para que mais pessoas se interessem por ler. Não basta, contudo, poder aquisitivo. É preciso estimular o hábito, criando uma nova cultura nacional.

Nesse aspecto, a 20ª Bienal do Livro de São Paulo, neste mês de agosto, cumpre missão exponencial, atraindo milhares de pessoas ao imprescindível universo do livro. Evento de tal magnitude, no presente cenário da economia, poderá significar um estímulo importante. Esse movimento, entretanto, não pode ficar restrito à escala do atacado de um evento como a Bienal, um dos maiores do calendário brasileiro de feiras. É necessário, também, que empresas e organizações de todos os setores dediquem-se à difusão do livro. Afinal, ler é fator condicionante para o desenvolvimento e para que o país possa manter sua economia em permanente expansão.

Singelo exemplo desse empenho foi a I Ciranda Literária, exposição de livros e quatro palestras, que a Trevisan ousou realizar em São Paulo, simultaneamente à primeira semana da Bienal. Entendemos o esforço nesse sentido como obrigação de organizações cujo principal produto é a informação, seja diretamente aplicada ao universo corporativo ou ministrada a alunos no ambiente escolar e acadêmico.

A leitura — consentânea com a educação e a disseminação da cultura — tem o poder de transformar radicalmente um país, como é claro no exemplo mais recente da Coréia do Sul, cujo fluxo de prosperidade começou nos livros. Portanto, podemos e devemos, sim, contribuir para que os brasileiros leiam cada vez mais, criando um círculo virtuoso e uma permanente relação de causa e efeito entre a democratização do conhecimento e a expansão do PIB.

Antoninho Marmo Trevisan é presidente do Conselho da BDO Trevisan, da Trevisan Consultoria e Outsourcing, fundador da Trevisan Escola de Negócios e Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

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Na Bienal do Livro

Instituto Italiano de Cultura traz mapas raros para 20ª. Bienal do Livro

Uma das atrações que o Instituto Italiano de Cultura mostrará este ano em seu estande na Bienal do Livro serão dois mapas, reproduções de antigos exemplares de 1502 e 1525, que foram editados em tiragem limitada.

Um deles é o Mapa do Catino, o mais antigo da Itália, considerado o mapa geográfico mais belo do período renascentista e o primeiro que atesta o descobrimento do continente americano. O Mapa Castiglioni, de 1525, é considerado excepcional porque documenta visualmente as teorias sobre a esfericidade da terra.

O Instituto de Cultura Italiana participa, pelo terceiro ano consecutivo, da Bienal do Livro de São Paulo, com o objetivo de promover as obras literárias como produto cultural italiano e o ensino do idioma no Brasil.

Instituto Italiano de Cultura
20ª. Bienal do Livro de 14 a 24 de agosto- das 10h às 22hs
Estande: Ruas A e B entre Av 3 e 4
Local: Bienal do Livro- Parque de Exposições do Anhembi – Salão de Idéias
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 - Santana
Informações:tel (11)2226 3100/3200 www.feirabienaldolivrosp.com.br

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Na Bienal do Livro

10 mil alunos de escolas estaduais visitarão Bienal

Cerca de 10 mil estudantes da rede estadual de Educação teve e vão ter a partir ontem até o dia 24 experiência única. A Secretaria de Estado da Educação fechou parceria com a organização da 20º Bienal Internacional do Livro de São Paulo e levou alunos de Ensino Fundamental e Médio ao evento. Melhor: Cada aluno ainda pode escolher um livro para levar gratuitamente para casa.

Até 24 de agosto os estudantes da rede estadual – 5 mil da Grande São Paulo e 5 mil do interior e litoral do Estado – visitarão um dos mais importantes eventos de literatura do mundo. Transporte gratuito e lanche, sendo sempre acompanhados por professores.

As 10 mil crianças são estudantes de 2º ciclo (5ª a 8ª séries) do Ensino Fundamental e de Ensino Médio. As Diretorias Regionais de Ensino escolheram as escolas participantes. “É o início de um grande programa de acesso a livros para os alunos. É essencial que os estudantes criem o hábito de ler”, diz a secretária Maria Helena.

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Leitura: Assim no palco como na vida

Assim no palco como na vida

Beto Silveira, profissional do teatro, preparou vários atores dentre eles Fábio Assunção, Ana Paula Arósio, Ana Maria Braga, Sthefany Brito, Edson Celulari neste seu primeiro livro, editado pela Totalidade Editora, faz a ponte entre a Vida e a Arte. Entre a imaginação e a consciência. Entre a dedicação e a paixão. Entre o desejo e a realização.

Foto: Reprodução
Logo nos primeiros capítulos de Assim no Palco como na Vida, Beto Silveira arremessa o leitor para a reflexão. Transborda a realidade para a poética da imaginação. Comprova que “as ações físicas nascem espontaneamente das ações interiores”.
A leitura é rápida. O estilo é simples, mas de forma nenhuma rasa. A obra tem um ritmo. O autor coloca suas experiências e descreve técnicas. Há também subtextos sobre o amor, a paixão e ainda sobre a grandiosidade da comunicação.
Com este livro atores e atrizes, amadores ou profissionais, terão a oportunidade de descobrir que a narrativa é a da conquista e da ocupação dos territórios imaginários. Terão que atravessar a linha tênue que separa a essência do texto simplesmente escrito e transformar em vida o que é marcado pelos diretores (ou professores). Vão descobrir que o ator tem que criar a magia e a própria emoção numa ação consciente.

Beto Silveira explica melhor: “A meu ver é tarefa impossível, tentar metodizar, organizar sistemas da arte de interpretar, sem que tudo não venha nascido da observação profunda - e sincera! - do Ser Humano e suas relações com o Universo, com a Vida. Nosso método de trabalho, não é algo inventado, mas sim uma sistematização da observação de nossos cotidianos”.

Nesta obra, Beto Silveira se mostra um homem-plural enfeitiçado pelo teatro há 40 anos. Faz quase uma autobiografia e desnuda suas técnicas com fluidez para exercitar a Imaginação, o Querer, a Paixão e o Trabalho.
Para ler Assim no Palco como na Vida basta ter a curiosidade pelo teatro, observar as pitadas de humor e ironia, interpretar e adequar cada passagem à percepção. Difícil é não agregar à própria vida.

“O Beto Silveira é um diretor muito gentil e paternal com os atores iniciantes. Isso gera grande confiança e estímulo para o aprendizado. Com o olho clínico, ele faz aflorar o ator que existe no interior de cada pessoa”, Ana Paula Arósio.

Assim no palco como na vida
Autor: Beto Silveira
Páginas: 191
Editora: Totalidade
Preço sugerido: R$ 28,00
Sobre Beto Silveira: www.studiobetosilveira.com.br

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Leitura: A bússola da alma

Pergunte ao guru

Lançada pela Editora Prumo, “A bússola da alma” apresenta a opinião de 24 mentores religiosos, filosofias e instituições que representam uma outra forma de amor e liberdade: a fé.

Foto: Reprodução
Lançada pela Editora Prumo, a obra “A bússola da alma” apresenta uma compreensão intelectual sobre o que seria uma verdadeira orientação espiritual. Escrito por Joan Borysenko e Gordon Dveirin, apresenta o resultado de 24 entrevistas, realizadas com representantes dos mais diversos contextos, em busca da compreensão acerca da fé pessoal, mas também da necessidade coletiva de tê-la. Em tempos modernos, em que a ciência é o grande guia e fenômenos religiosos aparecem a cada instante, o casal investigou essa outra forma de amor e liberdade que tal conhecimento pode nortear.

“O mundo está dividido e, nós, cindidos em nossa alma. Apenas a verdade pode nos reconciliar; a verdade é que compartilhamos nossa humanidade acima de todas as diferenças que nos separam; a verdade de nosso sublime potencial humano. Mas, como vamos encontrá-la? É isso que este livro pretende abordar. Este livro é um começo humilde. Mas não temos dúvida de que esse é, precisamente, o diálogo que o mundo necessita para atingir um estágio de civilização mais avançado: iluminado pela verdadeira sabedoria”, ressalta Joan e Gordon.

Afinar fé e razão é a proposta do livro, que apresenta com imparcialidade o ponto de vista de xamãs, budistas, hinduístas e rabinos até o de uma psicóloga que estuda regressão a vidas passadas e o de um metafísico, entre outros pontos de vista. Todos responderam as mesmas doze perguntas, que envolvem questionamentos basais como “O que é orientação espiritual?”, além de “Quais as práticas na busca de orientação?” e perguntas mais complexas como “Em que direção o ser humano – e a criação como um todo – está evoluindo? Qual é o objetivo final?” e “Como você compreende a diferença entre contemplação e ação?”.

Os autores levantam um novo conceito que é o Homo sapiens caritas – homens e mulheres com sabedoria e compaixão. “Não importa como a queira chamar: Sabedoria, Deus ou Verdade Absoluta. Independentemente de suas tradições, nossos gurus descreveram a mesma experiência no centro de sua espiritualidade”, acrescentam. O padre Thomas Keating, por exemplo, falou sobre os ensinamentos de Jesus e São Paulo. Cecília Monteiro, uma xamã peruana com ascendência inca, descreveu a orientação espiritual como uma força existente em todas as pessoas, chamada sami.

A segunda parte do livro fala um pouco sobre esses líderes espirituais e sua visão, separadamente. Isso porque os treze capítulos da primeira parte são temáticos e apresentam um diálogo afinado entre fé e razão para cada um deles. A opção por chamá-los de guru é proveniente de um profundo respeito dos autores por sua sabedoria e também por acreditar que é recorrendo a eles que cada um pode escolher e sentir o seu caminho. “A bússola da alma” é, antes de tudo, um guia de orientação espiritual dialético.

Sobre os autores:

Joan Borysenko, Ph.D., é conferencista internacionalmente conhecida no campo da espiritualidade e medicina integrativa, trabalhando as conexões entre corpo e mente. Possui doutorado na Harvard Medical School, é psicóloga clínica licenciada. É autora de muitos livros, co-fundadora do Claritas Institute for Interspiritual Inquiry e também diretora do Interspiritual Mentor Training Program.

Gordon Dveirin, Ed.D., é doutor em Educação, presidente da Dveirin & Associates, uma empresa de consultoria organizacional para o desenvolvimento humano. Seus interesses se expandem no campo da educação social, emocional e espiritual das crianças e em novas visões sobre possíveis futuros globais. Co-fundador do Claritas Institute for Interspiritual Inquiry e seu Interspiritual Mentor Training Program, também é co-autor, juntamente com a esposa Joan Borysenko, do livro Saying yes to change.

Título: A Bússola da Alma
Autora: Joan Borysenko, Ph.D. e Gordon Dveirin, Ed.D.
Formato: 14x21
Nº de Páginas: 256
Acabamento: Brochura
ISBN: 9788561618230
Preço: R$ 33,90

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Guia completo para pais, com orientações para os problemas do sono de seus filhos

Se uma criança dorme mal, seu rendimento durante o dia pode estar comprometido, sem falar dos problemas que podem acompanhá-lo até a idade adulta.
A proposta de “Bom Sono”, cujo título original em inglês é Solve Your Child Sleep Problems, do neuropediatra americano Richard Ferber, é auxiliar os pais a compreender a natureza do sono de seus filhos e os transtornos relacionados a ele. Além disso, são apresentados tratamentos eficazes e adequados para esse problema.
O autor, pioneiro na pesquisa sobre os transtornos do sono iniciada há mais de vinte anos, desempenha hoje o papel de diretor do Centro Pediátrico de Transtornos do Sono no Children’s Hospital, em Boston. Suas teses são respeitadas no mundo todo por pais, médicos e profissionais que trabalham com crianças.

Com o passar do tempo, inúmeros centros especializados em problemas do sono têm surgido em diversos países despertando a atenção de profissionais da área médica e de leigos. No Brasil não foi diferente. Em São Paulo, o Hospital das Clínicas inaugurou, em 1990, o Laboratório do Sono, que presta atendimento à população disponibilizando recursos para quem sofre dos transtornos.

Nos Estados Unidos a obra Bom Sono vendeu mais de 1 milhão e meio de exemplares e, devido ao sucesso, foi traduzida para as línguas espanhola e portuguesa. O coordenador do Centro Interdepartamental de Estudos do Sono do Hospital das Clínicas, Dr. Flávio Alóe, é o responsável pela adaptação de Bom Sono para a realidade brasileira produzida pela Editora Rideel. A obra já está disponível nas melhores livrarias de todo o Brasil.

Bom Sono
Richard Ferber
Editora Rideel
506 páginas
R$ 49,90

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Teatro Pega Fogo

Incêndio destrói parte do Cultura Artística

Um incêndio destruiu na madrugada de sábado, grande parte do teatro Cultura Artística, localizado na rua Nestor Pestana, na região central da capital paulista. O teatro é um dos mais tradicionais de São Paulo e foi inaugurado em março de 1950 com um concerto de Heitor Villa-Lobos. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 5 horas e, às 8h30min, havia controlado as chamas.

O afresco de Di Cavalcanti na fachada, com 48 metros de largura e 8 de altura,
foi uma das poucas peças não danificadas. O teto desabou, uma sala foi inteiramente incendiada, outra ficou alagada e todo o figurino das peças “O Bem Amado” e “Toc Toc”, além de dois pianos, mesas de som e de luz e outros equipamentos foram destruídos. Ninguém ficou ferido.

De acordo com o coronel do Corpo de Bombeiros João dos Santos de Souza, o primeiro e o segundo andar foram inteiramente destruídos - ali, ficam a administração, as salas de escritório e a sala Esther Mesquita, com capacidade para 1.156 lugares.

Segundo informações iniciais dos bombeiros, o fogo começou no primeiro andar e foi para o piso de cima. “As causas ainda serão investigadas e podem ser várias: um curto-circuito, a queda de um balão ou pode ser até criminoso”, afirmou o coronel.

Há suspeita de que uma explosão num prédio vizinho possa ter provocado o incêndio no teatro. Peritos do Instituto de Criminalística fizeram análises em todo edifício. O laudo deve demorar de 10 a 20 dias.

Inicialmente, os bombeiros controlaram o fogo pelo lado de fora do teatro, com jatos de água. Mas problemas em um hidrante dificultaram o trabalho de combate ao fogo. “Por ter sido depredado, esse hidrante não pôde ser usado pelos bombeiros. Então, tivemos que usar outros hidrantes mais distantes e carros-pipa, o que dificultou e atrasou um pouco o nosso trabalho”, explicou o coronel Souza.

Das Agências

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Leitura: O Gestão Plena da Terceirização

O Gestão Plena da Terceirização

O Diferencial Estratégico traz um diagnóstico do fenômeno da terceirização no Brasil, projetando cenários para seu futuro e faz uma meticulosa análise de seus aspectos jurídicos, incluindo as mais recentes decisões judiciais. Apresenta ainda os principais problemas e desafios da gestão plena da terceirização e suas vantagens na implantação do processo nas empresas.
Terceirização: ônus ou ferramenta lucrativa? Os autores emprestam seus conhecimentos na implantação, sustentação jurídica e manutenção legal da terceirização e da quarteirização de serviços na comunidade empresarial para responder esta e outras perguntas sobre gestão de terceiros e mostram possibilidades de melhoria dos processos, bem como torná-los mais profissionais e gerar satisfação por parte das empresas e dos funcionários. A obra ensina também aspectos práticos e exemplos reais sobre os desafios de lidar com a terceirização no Brasil, e sobre as relações dos tomadores de serviços com as empresas contratadas, minimizando riscos de passivos e processos trabalhistas.

Foto: Reprodução
O livro é o resultado do sucesso da solução inovadora desenvolvida em parceria pelas empresas TGestiona, Grupo Telefônica, especializada em serviços outsourcing, com cultura de eficiência em racionalização de custos, e Saratt, pioneira na terceirização e administração dos riscos jurídicos e econômicos, que reuniram sua expertise e conhecimento num produto inédito, o Gestão Plena da Terceirização, que dá nome a este livro e tem potencial de revolucionar a gestão da terceirização como hoje é praticada na maioria das empresas. O produto oferecido ao mercado empresarial integra as funções de Gerenciamento e Monitoração das empresas terceirizadas até o Diagnóstico de Riscos e Oportunidades, proporcionando um controle intensivo dos riscos inerentes ao processo de terceirização, principalmente os trabalhistas que geram maior impacto financeiro nas empresas.

No dia 20 de agosto, às 12 horas, durante o Conarh 2008 - sala de exposições, os autores apresentarão ainda uma palestra sobre gestão plena da terceirização e falarão sobre a obra que é indicada a gestores de empresas, profissionais das áreas de RH, compras e jurídica, prestadores de serviços, estudantes de Direito, Administração, entre outros.

Título: Gestão Plena da Terceirização
Autores: Newton Saratt, Adriano Dutra da Silveira, Rogério Pires Morais
Número de páginas: 212
Editora: Qualitymark - Rio de Janeiro

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Leitura: Separados e Daí?

Separados e Daí? Jornalista lança livro de humor e auto-ajuda para recém-separados de namoros ou casamentos

Editora Parêntese acredita na fórmula e narrativa da nova autora Renata Rode e com prefácio de Gisela Rao,
espera sucesso da obra escrita para homens e mulheres

Foto: Reprodução
São 160 páginas de vivência, pesquisa e humor. Em ‘Separado e Daí’, obra de Renata Rode lançada pela Editora Parêntese com patrocínio da Bookimage Sensoriamento e Geoprocessamento, a autora deslancha causos, leis, dicas e humor de alguém que já se separou duas vezes. Sim, a experiência surgiu após um casamento de 8 anos e um outro relacionamento de um ano e meio. “Resolvi escrever quando me vi sem chão mesmo, procurando uma leitura que descrevesse como eu estava, quais eram as etapas que ainda iria enfrentar e porque tudo aquilo estava acontecendo comigo”, sintetiza Renata.

Com tiradas hilárias como a frase em que a moça explica seu estado civil atual “Não digo que sou separada, falo que sou semi-nova, único dono e com baixa quilometragem”, o livro se divide em duas partes: uma com dicas e vivências bem humoradas da autora e seus amigos e outra que trata de leis, situações burocráticas e passos mesmo de como montar a nova casa, como comprar móveis, organizar a vida e se reestruturar de maneira prática.

O prefácio é da jornalista e escritora Gisela Rao, que se diz verdadeiramente encantada pela obra. “Eu brinco que foi um ‘pré-fácil’ mesmo porque achei que seria difícil escrever sobre um livro que fala de separação, mas me enganei. Em seu primeiro livro, a jornalista Renata Rode faz a gente sorrir pra valer, faz as palavras deslizarem, apesar do tema doloroso, tornando a leitura gostosa como deve ser”, fala Gisela.

À venda nas principais livrarias do país e com lançamento oficial agendado para o fim de agosto, “Separado e Daí” promete sacudir o mercado e estar na cabeceira do quarto de muita gente. O preço de lançamento é R$ 27,00.

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Na Bienal do Livro

Em uma parada no estande da editora Gente, o escritor recebeu seus fãs e leitores em uma sessão de autógrafos de seu novo livro Anjo de Quatro Patas

Uno é o nome do cachorro que mudou a vida de Carrasco. O autor filtrou a realidade através de sua emoção e maneira de ver o mundo criando uma história que une ficção e vida real.

Uno realmente existiu e os anos de convivência entre eles construíram uma relação de companheirismo e amizade absolutamente autêntica.

“Minha ligação com Uno estava além de qualquer explicação, como costumava ser a de alguém com seu cachorro. Durante milênios os cães vivem ao lado dos humanos. Tornam-se parentes próximos, com relacionamentos carregados de afeto e comunicação”, explica.

Walcyr Carrasco é autor de livros, peças teatrais, roteiros e novelas de televisão. Foi jornalista durante boa parte de sua vida. É cronista da revista Veja São Paulo há cerca de quinze anos.

Entre seus livros destacam-se A senhora das velas, Pequenos Delitos, para adultos, Em busca de um sonho, (autobiográfico), A palavra não dita e Vida de Droga, para jovens.

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Incêndio

Incêndio em teatro de São Paulo é controlado

Imagens: Tv Globo

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Na Bienal do Livro

Com o tema “É possível um ensino público de qualidade?”, Valéria Souza da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da Secretaria de Estado da Educação, apontou as soluções

De acordo com Valéria, o sistema atual de educação comporta 2,5 mil professores e 5 milhões de alunos em 5.390 escolas no Estado de São Paulo. Para “dar conta” de cada uma destas unidades, Valéria explica que o governo criou 10 metas para serem implementadas até 2010.
O foco das ações anunciadas é melhorar a qualidade do ensino público paulista. De acordo com a palestrante, São Paulo já venceu o desafio da inclusão, com 98,6% das crianças de 7 a 14 anos em escola e 90% dos jovens de 15 a 17 anos estudando. “O objetivo agora é melhorar cada vez mais o aprendizado oferecido”, diz.
A primeira meta é alfabetizar todas as crianças do Estado com 8 anos de idade. Como o aprendizado é um processo cumulativo, a alfabetização já na fase inicial vai elevar o aproveitamento dos estudantes em toda a vida escolar.

Outra meta é oferecer aos alunos paulistas um ano a mais de estudo, passando de oito para nove anos de Ensino Fundamental.

O governo também anunciou a meta de reduzir em 50% as taxas de reprovação na 8ª série do Ensino Fundamental, além de reduzir em 50% os índices de reprovação no Ensino Médio.

Para ampliar o aprendizado dos alunos com mais dificuldade, o governo irá implantar programas de recuperação nas séries finais de todos os ciclos (2ª, 4ª e 8ª séries do Fundamental e 3ª série do Médio).

Outra meta é atender toda a demanda de jovens e adultos por Ensino Médio. Será incluída em toda a rede o aprendizado profissionalizante. O governo também vai buscar a elevação em 10% nas avaliações externas nacionais e estaduais, como Saresp, Saeb e Prova Brasil.

Professores, diretores e coordenadores terão à disposição programa de formação continuada a ser realizado nas 5.300 escolas estaduais.

Para isso, haverá o uso da tecnologia de informação, com itens como a instalação de computadores ligados à Internet em todas as salas de professores. Todas as escolas também terão laboratórios de informática e de ciência.
A merenda escolar será descentralizada ou municipalizada nas 30 cidades que ainda têm alimentação diretamente ligada ao Estado.

Cerca de R$ 1,7 bilhão será investido em obras para que, como última meta, sejam construídas 74 escolas e reformadas/ampliadas 77.

Todas as escolas terão laboratórios de informáticas e de ciência, além de salas de professores com computadores, impressoras e ambiente multimídia.

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