Arquivo de 26 de Março de 2008

Curiosidade: Educação especial

Educação especial

Fundado em 1854, com o nome de Imperial Instituto dos Meninos Cegos, o Instituto Benjamin Constant (RJ) foi a primeira instituição de educação especial da América Latina. Hoje, se constitui em um centro de excelência e de referência nacional na área, com atividades voltadas para o atendimento das necessidades acadêmicas, reabilitacionais, médicas, profissionais, culturais, esportivas e de lazer da pessoa cega e portadora de visão subnormal.

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Especial Presidentes do Brasil

Prudente José de Morais e Barros

Segundo Período de Governo Republicano - 15.11.1894 a 15.11.1898

Prudente de Morais - Divulgação
Nascimento: Itu - SP, em 04.10.1841
Falecimento: Piracicaba - SP, em 03.12.1902
Profissão: Advogado
Período de Governo: 15.11.1894 a 15.11.1898 (04a)
Idade ao assumir: 53 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 276.583 (duzentos e setenta e seis mil quinhentos e oitenta e três)
Posse: em 15 de novembro de 1894, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senhor Ubaldino do Amaral Fontoura.
Afastamento: em 10.11.1896 a 03.03.1897, por motivo de doença, período em que assumiu o Vice-Presidente

Vice-Presidente: Manuel Vitorino Pereira

Nascimento: Salvador - BA, em 30.01.1853
Falecimento: Rio de Janeiro (DF) - RJ, em 09.11.1902
Profissão: Médico
Período de Governo: 15.11.1894 a 15.11.1898 (04a)
Idade ao assumir: 41 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 249.638 (duzentos e quarenta e nove mil seiscentos e trinta e oito)
Posse: em 15.11.1894, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senhor Ubaldino do Amaral Fontoura.

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Renato Teixeira no Ibirapuera

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Renato Teixeira no Auditório do Ibirapuera

Após o grande sucesso do CD e DVD “Renato Teixeira ao vivo no Auditório Ibirapuera”, o cantor da música folk, retorna ao palco no qual gravou este consagrado trabalho.

O Auditório do Ibirapuera, receberá o cantor da música folk nacional, Renato Teixeira novamente em seu palco. Será única apresentação dia 13 de Abril de 2008 às 18h em comemoração ao sucesso de seu CD e DVD, gravado em Agosto de 2006. Ele manteve-se entre os mais vendidos todo este tempo e superou a marca de 95 mil cópias vendidas, sendo em média 52 mil CDS e 43 mil DVDS.

>Renato Teixeira faz parte de um grupo de músicos que todos nós já ouvimos muito. Em sua história estão composições que se eternizaram não apenas em sua voz, mas em outras grandes vozes do cenário musical brasileiro.

Algo importante para entender a sonoridade de Renato Teixeira é o conceito folk. Vindo do folk talk, a definição vem da palavra “povo” e do significado de “folclore”, ou seja, histórias que representam um determinado grupo, ou, um povo - e que mexem com os nossos sentimentos mais profundos. Bod Dylan, Woody Guthrie, Pete Seeger, Leon Gieco e tantos outros nomes representam o folk internacional. Aqui no Brasil, embora não estejamos acostumados com a definição, também temos diversos nomes do estilo. Renato Teixeira e Almir Sater são alguns dos que podem ser citados com destaque. A música de Renato Teixeira, portanto, não se trata de música raiz, nem de música regional ou caipira. Essas influências existem sim, mas se colocam na base histórica.

Cinco meses após o lançamento do seu cd e o primeiro DVD ao vivo ao longo dos seus 40 anos de carreira, Renato Teixeira “Ao vivo no Auditório Ibirapuera” se mantém entre os produtos mais vendidos do Brasil e atualmente atinge o 2º lugar no Ranking de DVD mais vendido com direito a destaque em matéria publicada pela Folha Ilustrada no ultimo dia 20 de agosto.
Ao vivo, a convivência em família traz o tom de intimidade com o público ao lado de João Lavraz (baixo) e Chico Teixeira (violão e vocal), seus filhos. E para completar a banda, Cássio Polleto no violino, Carneiro Sândalo na bateria e Fabiano de Castro nos teclados.

Para fechar a noite de grandes músicos, um convidado especial: Pena Branca, que ao lado de Renato Teixeira, sem dúvida levará o publico para um momento inesquecível. Será a chance de prestigiar ao vivo a emoção presente no DVD.
O que Renato Teixeira projeta em seu trabalho é uma leitura que agrega valores e traz a esfera de familiaridade e “deja vu” de épocas remotas de nossas vidas, onde muitos acontecimentos e pessoas já estavam esquecidos.

“Frete” trilha sonora do programa “Carga Pesada”, “Romaria” imortalizada na voz de Elis Regina, “Um Violeiro Toca” e “Tocando em frente” que também tornaram-se grandes sucessos na voz e violão de Almir Satter, além de muitos outros clássicos e novidades como “Curvelo” composição de Chico Teixeira e “Encostada na Varanda” composição de João Lavraz.

Renato Teixeira no Auditório do Ibirapuera.

Data: 13 de abril de 2008
Horário: Domingo, 18h
Duração: 90 minutos (aproximadamente)
Ingresso: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)
Gênero: Música Regional
Classificação Indicativa: Livre

AUDITÓRIO IBIRAPUERA
Capacidade: 800 lugares
Abertura da casa: 19h00
Abertura da platéia: 20h00
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 2 do Parque do Ibirapuera.

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Leitura: Ampliando o Repertório do Coro Infanto-Juvenil

A música contemporânea como instrumento pedagógico

Há uma lacuna entre a música contemporânea e a difusão de sua produção junto ao público músico-estudantil. A partir desta constatação, Leila Rosa Gonçalves Vertamatti introduz, no livro Ampliando o repertório do coro infanto-juvenil - Um estudo de repertório inserido em uma nova estética, uma nova concepção estética ao repertório do coro infanto-juvenil Grupo CantorIA.

O estudo realizado por Vertamatti em relação ao contato do coro com a música contemporânea revelou a dificuldade de adaptação ao novo estilo proposto. A autora constata que isto se deve ao fato de que muitas vezes a música contemporânea não usa os mesmos códigos do sistema tonal convencional. Na segunda parte dos estudos fica evidente o progresso do Grupo no que se refere à assimilação dos novos conceitos. O fenômeno acontece graças à criação de “chaves de escuta” que permitem a ampliação dos horizontes da compreensão.

São claros também os efeitos pedagógicos da ampliação do repertório do Grupo CantorIA. Neste aspecto, Vertamatti destaca o desenvolvimento da capacidade de superar barreiras ao aprendizado, o que causou em seus alunos grande senso de orgulho a o fim do processo.

A obra toma por base os estudos de linguagem de Merleau-Ponty, que compara a palavra ao gesto; e de Gadamer, para quem o homem adquire todo o seu conhecimento por meio da linguagem. Nesta perspectiva, o livro é ótima referência para estudantes de música e professores que utilizam esta forma de arte como meio de pedagógico.

Ampliando o repertório do coro infanto-juvenil faz parte da coleção Arte e Educação, apresentada pela Funarte e a Fundação Editora da Unesp com o objetivo de atender à demanda por uma produção intelectual mais ampla sobre a prática da formação artística, que visa preencher uma lacuna notada por artistas e arte-educadores de todo o Brasil.

Sobre a autora - Leila Rosa Gonçalves Vertamatti é graduada em Composição e Regência pelo Instituto de Artes da Unesp, em Licenciatura Plena em Eduacação Artística (Música) pelo Instituto Musical de São Paulo Faculdade de Música e Educação Artística, e em Instrumento (Habilitação em piano) pelo Instituto Alberto Mesquita de Campos Faculdades São Judas Tadeu. Mestre em Educação Musical pelo IA-Unesp (2006), é professora de Educação Musical e Canto Coral (voz infantil) do IA Unesp.

Título: Ampliando o repertório do coro infanto-juvenil - Um estudo de repertório inserido em uma nova estética
Autor: Leila Rosa Gonçalves Vertamatti
Número de páginas: 206
Formato: 16x23cm
Preço: R$ 34,00
ISBN: 978-85-7139-802-3 (Unesp) e 978-85-7507-097-0 (Funarte)

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A vida, a morte e o desejo

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Dos pré-socráticos a Nietzsche e Freud, a dualidade entre vida e morte

Na mitologia grega, duas figuras se opõem: Eros, o deus grego do amor, e Tânatos, a personificação da morte. Esses dois personagens foram resgatados por diversos filósofos para explicar a dualidade entre a morte e o desejo. No lançamento de Edições Loyola, Eros e Tânatos - A vida, a morte e o desejo, o autor Rogério M. de Almeida faz uma análise profunda da obra dos filósofos que tentaram interpretar esse “eterno conflito da construção e da destruição, da vida e da morte, do ódio e do amor, da satisfação e da insatisfação”.

Ao resgatar o pensamento dos filósofos pré-socráticos até Nietzsche e Freud, Almeida explicita esse debate de oposição inspirado na mitologia grega. Apelando para os physis, os primeiros cosmologistas jônicos buscam ligar a geração e a corrupção, o amor e o ódio pela arte do diálogo. Platão tenta descolar a angústia para o reino das idéias, pelos conceitos de vontade, de desejo e retorno. Schopenhauer, Nietzsche e Freud procuram conectar, articular, interpretar um universo de pulsões e forças que não cessam de se entrelaçar e de se separar.

O autor encerra esse itinerário com a mesma pergunta agostiniana formulada no início: Trata-se de uma vida mortal ou uma morte vital? Ou ambas ao mesmo tempo? Questões que interessam não apenas a estudantes de graduação, mas também ao público em geral, que tenha interesse em temas filosóficos.

Sobre o autor - Rogério Miranda de Almeida é doutor em filosofia pela Universidade de Metz (França), e em teologia pela Universidade de Estrasburgo (França). Atualmente é professor no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Título: Eros e Tânatos - A vida, a morte e o desejo
Autor: Rogério Miranda de Almeida
Páginas: 344
Formato: 12x19 cm
Preço sugerido: R$ 39,00

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Mau uso da Internet no trabalho

Os problemas gerados pelo mau uso da Internet no trabalho

Francisco Camargo, alerta para os problemas gerados pelo mau uso da Internet no trabalho. Segundo o especialista, pesquisas mostram que 40% do acesso à Internet nas empresas não estão relacionados aos negócios, o que resulta em perda de produtividade e abertura de caminho para spywares e vírus. “Só a política de uso da internet não basta, é necessário ter recursos tecnológicos para gerenciar a rede, bloquear aplicativos e filtrar o conteúdo de maneira eficiente”, alerta.

Camargo informa que acabou de sair o resultado de um teste, o Web Filtering Group Test, realizado pela SC Magazine, que avaliou a eficácia das soluções no combate ao desvio do uso da web nas empresas, que identificou um único produto cinco estrelas no combate ao desvio do uso da web nas corporações. Trata-se do Barracuda Web Filter, que combina medidas preventivas, reativas e proativas, o que torna sua performance muito eficaz. A solução bloqueia o acesso a sites em função de domínios e URLs conhecidos como recreativos ou categorias de conteúdo; bloqueia downloads em função do formato de arquivo; bloqueia aplicações que usam a Internet, inclusive bate-papos, serviços de música e filmes, atualizações automáticas de software e muito mais.

Além disso, oferece proteção contra vírus e spyware, tanto no gateway como nos desktops. “O Web Filter cria políticas de forma flexível para usuário ou para grupos. Assim, é possível liberar o acesso a sites de emprego para o RH; definir regras distintas para equipes; restringir a navegação apenas no horário do expediente etc.”, explica.

Uma das principais vantagens do Barracuda Web Filter é o baixo custo de aquisição e operação. Diferentemente de outras soluções do mercado, o Web Filter não cobra licença por usuário. Outro diferencial é a facilidade de uso, com um appliance praticamente plug-&-play, que dispensa a instalação de softwares nas estações ou modificações na rede. A atualização é feita automaticamente pela Central Barracuda, um avançado centro de tecnologia onde engenheiros trabalham continuamente para fornecer os métodos mais eficazes de controle de conteúdo e combate aos malwares.

O teste da SC Magazine verificou o desempenho, conjunto de características, custo e facilidade do uso para atribuir o número de estrelas. Os produtos da Websense receberam apenas quatro estrelas e foram avaliados como muito caros. E a avaliação do Surfcontrol apontou a exigência de mais esforço em relação aos produtos similares nos itens implantação, setup e configuração.

+ no www.newsfree.com.br

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Candidato Inelegível

Lei de 1990 define quem está inelegível para este ano

Qualquer pessoa que tenha sido condenada criminalmente, não possa mais recorrer da sentença e tenha terminado de cumprir sua pena há menos de três anos está inelegível para as eleições municipais deste ano. É o que diz a Lei Complementar 64/1990, a Lei das Inelegibilidades.

A lei, que define quem pode ser eleito, diz que é inelegível por três anos depois de cumprida a pena, se condenado, com trânsito em julgado (quando não cabe mais recurso), “por crimes contra a economia popular, a fé pública, a administração pública, o patrimônio público, o mercado financeiro, tráfico de entorpecentes e também crime eleitoral”, explica o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio Mello.

Um prefeito que tenha sido eleito em 2004 e foi processado por crime eleitoral por compra de votos e abuso do poder econômico, se tiver sido condenado em 2006, já em última instância, fica inelegível até 2009, sem contar o tempo de pena. Durante esse período, a Constituição Federal determina que o condenado tenha os seus direitos políticos suspensos.

O ministro lembra que em alguns lugares, como no Rio de Janeiro, a Justiça às vezes interpreta de maneira diferente, tornando inelegível uma pessoa que ainda esteja respondendo a processo por qualquer um dos crimes citados na lei.

O jurista Walter Porto destaca, no entanto, que não é isso o que a Lei das Inelegibilidades diz. “Se a pessoa é meramente processada, se ainda recorre, se não há uma decisão definitiva, ela pode ser candidata. Agora, o eleitor pode ter conhecimento, deve procurar ter conhecimento da vida pregressa do candidato, o que ele andou fazendo, se a Justiça está atrás dele. Se houvesse esse cuidado do eleitor, haveria muita tranqüilidade para se escolher gente mais séria”, afirma.

O caso da condenação criminal é diferente de quando há uma representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral sem caber mais recurso. Porto lembra que os tribunais eleitorais tratam apenas de candidatos e não de representantes eleitos, já durante mandato. No caso de o TSE, por exemplo, receber uma representação contra um candidato, mesmo que já diplomado, e julgar que ela é procedente, o candidato considerado culpado não pode ser eleito nos três anos seguinte à eleição na qual ele concorria ou foi diplomado.

O TSE ainda não concluiu o levantamento de quantos prefeitos eleitos em 2004 poderão concorrer nas eleições deste ano por conta de processos criminais ou representações na Justiça Eleitoral, com informções da ABr.

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Video: Hemocentro pede ajuda

Hemocentro pede ajuda

A dengue se intensifica no Rio de Janeiro e os hospitais solicitam, com urgência, que a população atenda ao apelo para doação de sangue. Com o grande número de casos de dengue no estado, em especial de dengue hemorrágica, aumentou a necessidade de sangue

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