Arquivo de Março de 2008

Curiosidades: Palácio dos Bandeirantes

Palácio dos Bandeirantes

A sede do governo paulista, o Palácio dos Bandeirantes, era para ser uma universidade: a Universidade Fundação Conde Francisco Matarazzo. A construção do prédio começou em 1955, mas problemas financeiros impossibilitaram a continuação da obra. A denominação Bandeirantes é uma homenagem aos pioneiros que expandiram as fronteiras brasileiras. No dia 19 de abril de 1964, o governo estadual passou do Palácio dos Campos Elíseos para o prédio no bairro do Morumbi.

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Leitura: Educação e Sociedade

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Educação e Sociedade: compromisso com o humano

Uma exaltação à liberdade e à justiça social por meio da educação. É desta forma que o livro Educação e Sociedade: compromisso com o humano, lançamento de Edições Loyola, se apresenta ao público para tratar da questão do MST e da Escola Nacional Florestan Fernandes, esta considerada de fundamental importância no processo de emancipação dos trabalhadores brasileiros por meio da educação.

Sob a ótica da luta de classes e dos ideais marxistas, os autores Luiz Monteiro Teixeira, sociólogo, e Maria Lobo da Silva, historiadora, apresentam a trajetória do MST como força motriz de uma busca pela liberdade em tempos de barbárie. Os autores exploram na obra a capacidade de conciliar a produção de conhecimento e experiências de formação humana à dinâmica de um movimento social que conta com 350 mil famílias assentadas além de outras 100 mil acampadas.

A trajetória do maior movimento social do Brasil é marcada por intensas manifestações e por seu papel fundamental no combate às desigualdades no campo. Mas um de seus grandes diferenciais em relação a outros movimentos que surgiram na história das lutas esquerdistas no Brasil é a formação de seus membros e a capacidade que têm de se organizar.

Preocupado em formar uma consciência de classe e uma base cultural de seus integrantes, o MST construiu, ao longo de sua história, um projeto de formação que integra conceitos de pedagogia da luta, do trabalho, da organização e da cultura. O processo de criação de uma estrutura de formação educacional se desenvolveu à medida que movimento ganhava relevo no contexto social do país, como explicam os autores.

Dividida em duas partes, a obra dá espaço a cada um dos autores para que desenvolvam a própria linha de raciocínio e ressaltem aspectos particulares da história do MST. Na primeira parte, Luiz Teixeira desdobra questões referentes à pedagogia e psicologia da educação, bem como o desenvolvimento da trajetória da educação superior do movimento social. Dando continuidade ao debate, Roberta Silva aprofunda o processo de construção da Escola Nacional Florestan Fernandes, fruto da experiência do MST em formação política. A historiadora também analisa a práxis organizativa no processo de formação humana.

Educação e Sociedade propõe uma visão do movimento de massa como um projeto de humanização que reconhece as contradições da realidade social que se apresenta, mas não nega a capacidade de sonhar com a superação dessas barreiras, que marcam o fim do século XX e o início do século XIX.

Título: Educação e Sociedade: compromisso com o humano
Autores: Luiz Monteiro Teixeira e Roberta Maria Lobo da Silva
Número de páginas: 192
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 23,00

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Show Zezé Di Camargo e Luciano

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Zezé Di Camargo e Luciano Apresentam Turnê “Duas Horas e Sucesso” no Credicard Hall

Como o título sugere, show da dupla é tecnicamente cronometrado

Devido ao grande sucesso no ano passado, Zezé Di Camargo e Luciano voltam a São Paulo com o show “Duas horas de sucesso”, dias 25, 26 e 27 de abril, no Credicard Hall. O show terá 120 minutos cronometrados, 24 músicas simbolizando as horas que compõem um dia e um repertório selecionado com as principais músicas que marcaram 16 anos de carreira.

Com mais de 24 milhões de CDs vendidos, dois Grammy Latinos, um filme (“2 Filhos de Francisco”) premiado e recordista de público e um livro (“Simplesmente Helena”), os irmãos tornaram-se uma das duplas de maior prestígio no país. Soma-se a isso, o fato dos artistas serem eleitos os mais populares do Brasil em pesquisa realizada, em 2007, pelo conceituado Data Folha.

A abertura do show vem em formato de filme e retrata a trajetória dos cantores com imagens e efeitos visuais, embalados pela música “No dia em que saí de casa”.

No repertório, sucessos como “Mexe que é bom”, “Pior é te perder” e “É o amor”, além da recente “Amor que Fica”, que no CD teve a participação de Ivete Sangalo, e “Tristeza do Jeca”.

“Duas Horas de Sucesso” conta também com dois momentos solos: Zezé Di Camargo em “Bella Senzanima” e Luciano em “Hey Jude”, dividindo cena com o irmão que o acompanha tocando piano.


Local: Credicard Hall – Av. Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro
Site: www.credicardhall.com.br
Telefones para informações: 6846-6010
Venda a grupos: 6846-6166 / 6232
Temporada: dias 25, 26 e 27 de abril.
Horário: sexta-feira e sábado, às 22h e domingo, às 20h.
Duração espetáculo: aproximadamente 1h30
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos; 14 anos e 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)
Capacidade mesa: 3800 lugares
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo

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‘‘Street Kings”

‘Street Kings” Chega aos Cinemas Em Abril

The Street Kings, anteriormente intitulado como Nightwatcham, é o novo filme policial que a FOX lança nos cinemas brasileiros em 11 de abril. Dirigido por David Ayer, o longa tem no elenco Keanu Reeves, Forest Whitaker, Hugh Laurie, Chris Evans, Naomie Harris, Jay Mohr, John Corbett, Cedric the Entertainer, Amaury Nolasco, Terry Crews, Common e The Game.

Na trama, Tom Ludlow (Reeves) é um detetive veterano que se propõe a desvendar um caso e tentar descobrir quem são os assassinos de seu parceiro, Detetive Terranoe Washington (Terry Crews). Seu supervisor, Capitão Wander (Forest Whitaker), tem como principal dever manter Ludlow dentro da Lei e fora das “garras” do Internal Captain Biggs (Hugh Laurie). Ludlow conta com o suporte de um jovem detetive do departamento de roubo e homicídios (Chris Evans) para rastrear todos os assassinos de Washington através de comunidades de Los Angeles. Tal determinação fica ameaçada quando os dois detetives deparam-se com assassinos e partem para um confronto, cujo objetivo é fazer com que vigore a justiça.

O filme, dirigido por David Ayer, será lançado no dia 11 de Abril de 2008. O roteiro é baseado em uma história de James Ellroy e escrito pelo mesmo, em parceria com Kurt Wimmer e Jamie Moss. A produção é de Lucas Foster, Alexandra Milchan e Erwin Stoff, sendo os produtores executivos Arnon Milchan e Michele Weisler.

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Especial Presidentes do Brasil

Hermes Rodrigues da Fonseca, Marechal

Sexto Período de Governo Republicano - 15.11.1910 a 15.11.1914

Hermes da Fonseca - Divulgação
Nascimento: São Gabriel - RS, em 12.05.1855
Falecimento: Petrópolis- RJ, em 09.09.1923
Profissão: Militar (Marechal)
Período de Governo: 15.11.1910 a 15.11.1914 (04a)
Idade ao assumir: 55 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 403.867 (quatrocentos e três mil oitocentos e sessenta e sete)
Posse: em 15.11.1910, em sessão solene do Congresso Nacional presidida pelo Senhor Quintino Bocaiúva

Vice-Presidente: Wenceslau Braz Pereira Gomes

Nascimento: São Caetano da Vargem Grande (hoje Brasópolis) - MG, em 26.02.1868
Falecimento: Itajubá - MG, em 15.05.1966
Profissão: Advogado
Período de Governo: 15.11.1910 a 15.11.1914(04a)
Idade ao assumir: 42 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 406.012 (quatrocentos e seis mil e doze)
Posse: em 15.11.1910, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo senhor Quintino Bocaiúva.

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Curiosidades: Densidade demográfica

Densidade demográfica

Com uma população desigualmente distribuída por seu extenso território, o Estado de Mato Grosso tem 2.498.150 habitantes e 906.806,9 quilômetros quadrados. No Estado, algumas áreas são densamente povoadas, como a Capital, Cuiabá, e o município de Várzea Grande, onde a densidade demográfica é de, respectivamente, 102 e 180 habitantes por quilômetro quadrado. E há áreas pouco habitadas, como a região Norte do Estado, onde a densidade demográfica é de 1,8 habitante.

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Leitura: O Corpo Pilates

O corpo Pilates - Um guia para fortalecimento, alongamento e tonificação sem o uso de máquinas

A Summus Editorial traz para o Brasil o bestseller da norte-americana Brooke Siler. Rica em ilustrações, a obra, que já vendeu milhões de exemplares no mundo todo, mostra, por meio de instruções detalhadas e precisas, a técnica e a arte da prática do Pilates sem o uso de aparelhos, mas com os mesmos excelentes resultados.

Criado na Alemanha por Joseph Pilates, no começo do século XX, esse programa de condicionamento físico utiliza, tradicionalmente, complexos aparelhos especialmente desenvolvidos para tal fim. O uso desses aparelhos, no entanto, muitas vezes inviabiliza a prática dos exercícios, já que encarece substancialmente as sessões. O livro O corpo Pilates (200 pp.; R$ 59,90), lançamento da Summus Editorial, apresenta com riqueza de detalhes uma série de exercícios que podem ser realizados, com a mesma eficiência, apenas com o auxílio de um colchonete. No lugar da resistência oferecida pelas molas e polias dos aparelhos, os exercícios de solo (mat exercises) utilizam a resistência do próprio corpo para atingir o mesmo resultado, ou seja, fortalecer a musculatura abdominal que suporta a coluna (a chamada “casa de força”).

A autora do livro, a norte-americana Brooke Siler, estudou com Romana Kryzanowska, a bailarina escolhida por Pilates e sua esposa Clara para perpetuar seu trabalho. O livro – traduzido pela fisioterapeuta Angela Santos e com revisão técnica de Bergson Queiroz – oferece um guia bastante completo, em que o leitor vai encontrar desde a história e as características do método até sugestões para modificar os exercícios de forma que possam ser realizados por aqueles que sofrem dores no pescoço, joelhos ou lombar. Além disso, são propostos mais de 70 exercícios, divididos em grupos destinados a praticantes iniciantes, intermediários ou avançados. Cada um deles é minuciosamente explicado, ilustrado e acompanhado de várias dicas e sugestões, fruto da experiência da autora.

O programa criado por Pilates, que combina filosofias e técnicas orientais com métodos ocidentais de educação corporal, visa ao desenvolvimento equilibrado do corpo sob o controle da mente. Além de trabalhar a “casa de força”, o método procura fortalecer e alongar as outras partes do corpo por meio de exercícios de baixo impacto e com poucas repetições.

A qualidade dos resultados obtidos com os exercícios explica porque a popularidade do Pilates, que está perto de completar cem anos, não para de crescer. A técnica é especialmente indicada para quem sofre com dores na região das costas, deseja corrigir problemas posturais e preveni-los ou simplesmente manter o corpo flexível e a musculatura tonificada.

Um dos principais méritos da obra é a preocupação da autora de difundir a filosofia que embasa o trabalho do mestre, extrapolando o aspecto meramente técnico e mostrando a ciência e a arte de transformar e modelar a maravilhosa máquina humana. O livro destina-se tanto aos praticantes do método — que conseguirão alcançar maior precisão em cada etapa de exercícios — quanto aos profissionais já formados ou em formação.

Uma observação de Siler a respeito dos modelos que demonstram os exercícios ao longo da obra deixa evidente a intenção de difundir a técnica: “As modelos que aparecem aqui treinam no método há anos. Apesar de seus corpos representarem um ideal irreal para muitos, elas trabalharam duro para isso. Sobretudo, foram escolhidas pela aptidão em exemplificar os movimentos durante as longas e árduas sessões de fotografia. Espero sinceramente que elas não intimidem, e sim inspirem”.

A autora
Brooke Siler dirige o re:AB, renomado estúdio de Pilates em Nova York, Estados Unidos. Chamada de “treinadora das estrelas” e uma das mais importantes personal trainers do país, ela foi treinada no método Pilates de condicionamento físico por Romana Kryzanowska, a principal autoridade viva no assunto. Brooke passou mais de seiscentas horas aprendendo com Romana, e desde então construiu uma sólida reputação entre os praticantes do método. Depois de obter certificação pelo Estúdio Pilates, em Nova York, Brooke começou a dar aulas particulares em seu apartamento, em Greenwich Village. Em 1997, abriu, em sociedade com a top model e atriz Michele Hicks, o re:AB, estúdio para treinamento individual ou em grupo no método Pilates.

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Leitura: Sotaques d’aquém e d’além mar

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Sotaques d’aquém e d’além mar

Utilizando as ferramentas das ciências da linguagem e baseando-se na prática jornalística, em vez de na teoria, o professor Chaparro investiga e compara características do jornalismo português e brasileiro. Embasado em ampla pesquisa histórica, o autor contesta a divisão do jornalismo em “opinião” e “informação” e, no ano em que se comemoram os 200 anos da imprensa brasileira, propõe uma nova abordagem dos gêneros jornalísticos.

Neste trabalho pioneiro e singular, o professor Manuel Carlos Chaparro reconstrói a história da imprensa no Brasil e em Portugal e investiga as similaridades e diferenças entre a produção noticiosa dos dois países, em especial a mídia impressa. Assim, é significativo que Sotaques d’aquém e d’além mar – Travessias para uma nova teoria de gêneros jornalísticos (240 pp., R$ 44,90), lançamento da Summus Editorial, chegue até nós no ano em que se comemoram 200 anos do desembarque de D. João VI e sua corte no Brasil e, por decorrência, também os 200 anos da imprensa brasileira, com o surgimento do Correio Brasiliense, em 1808. O lançamento está marcado para o dia 26 de março (quarta-feira), a partir das 19h, na Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509 - Lj. 17).

Um amplo trabalho de pesquisa histórica, realizado ao longo de cinco anos, serve de ponto de partida para que o autor proponha uma nova abordagem na análise da prática jornalística. Utilizando as ferramentas teóricas das ciências da linguagem, Chaparro rejeita definitivamente o velho e falso paradigma que divide o jornalismo em Opinião e Informação e passa a estudar os gêneros jornalísticos como formas discursivas. Em outras palavras, o que faz o autor é tomar a linguagem em suas manifestações concretas, numa situação que foge às classificações e tipificações acadêmicas pela sua complexidade e heterogeneidade.

Chaparro admite que Opiniões e Informações estão presentes em todos os gêneros jornalísticos, já que “até a notícia dita objetiva, construída com informação ‘pura’, resulta de seleções e exclusões deliberadas, controladas pela competência jornalística de fazer escolhas por critérios de importância e valor – um exercício opinativo, portanto”. A proposta do autor é repensar e recriar as formas de uso da linguagem jornalística. “Sim, o jornalismo precisa criar novas formas e novos métodos de desvendar o que a aparência agitada da atualidade esconde. No mínimo, para impor ao relato e à explicação dos acontecimentos a perspectiva do sujeito narrador – o jornalista.”

De grande interesse para a área acadêmica, em especial para estudantes, professores e pesquisadores de comunicação, a obra possui também valor inestimável para os profissionais da área e todos aqueles que se interessam pela análise do discurso e pelos aspectos teóricos e históricos do jornalismo. Para os estudiosos de metodologias, a pesquisa realizada e descrita pode representar também uma interessante demonstração de investigação comparativa.

Título: Sotaques d’aquém e d’além mar – Travessias para uma nova teoria de gêneros jornalísticos
Autor: Manuel Carlos Chaparro
Editora: Summus Editorial
Preço: R$ 44,90
Páginas: 240
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890

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Obrigação

Vantagens do Fretamento

Por Silvio Tamelini

Uma das maiores causas de absenteísmo ao trabalho, atualmente, é a falta de transporte coletivo de qualidade nos grandes centros urbanos, seja pela escassez de linhas regulares, seja pela superlotação dos veículos existentes. Muitas empresas preferem transferir a responsabilidade do traslado ao trabalho para o colaborador e esse último culpa o transporte coletivo por seus atrasos e faltas.

Por ser insuficiente, a utilização do transporte público vem perdendo terreno gradativamente para o transporte individual. Com uma frota crescente e vias de menos, as dificuldades de mobilidade e de estacionamento estão cada vez maiores. Já se fala que em 2012 haverá congestionamentos monstros na cidade de São Paulo que chegarão a 500 km de vias paradas. Qual a solução para esse dilema?

É sabido que cada ônibus de fretamento retira, em média, 15 automóveis das ruas. Na escolha por esse tipo de transporte, ganha a cidade que terá menores índices de poluentes, ganham os motoristas que terão mais velocidade em seus deslocamentos, ganha o trabalhador que pode usufruir viagens mais confortáveis no trajeto do trabalho e ganha a empresa que contará com mais pontualidade e disposição no desenvolvimento de suas atividades.

Desde o final dos anos 50, o transporte de passageiros por fretamento acompanha o processo de industrialização brasileira. Antes, as empresas eram instaladas em locais distantes dos centros urbanos e o sistema público era ainda mais ineficiente para atender tais demandas. Temendo prejuízos na produção, as fábricas passaram a oferecer o fretamento como alternativa para seus colaboradores. Hoje, o serviço já é tão disseminado que a maioria das empresas com mais de 100 empregados incorporou a logística à cultura de benefícios a seus recursos humanos.

O fretamento, quando executado por empresas idôneas, que priorizam o bem-estar dos passageiros, são cumpridoras da legislação vigente e valorizam o treinamento de seus profissionais e a manutenção de sua frota, é, com certeza a melhor solução para o transporte de pessoas.

Única modalidade de transporte coletivo que tem crescido nos últimos anos e que tem aprovação de 97% de seus usuários, em muitos casos, o fretamento passou a fazer parte da pauta de reivindicações das principais categorias profissionais. É que o ônibus por fretamento realiza um roteiro, previamente traçado e planejado, direto e sem escalas otimizando a locomoção do colaborador.

Para as empresas contratantes, o serviço significa aumento de produtividade, pontualidade, qualidade, rapidez, comprometimento e comparecimento efetivo do funcionário, mesmo em caso de greves ou problemas no sistema público. Já para o colaborador fretamento é sinônimo de conforto, higiene, comodidade, melhoria da qualidade de vida, elevação da auto-estima e agilidade, economia de tempo de deslocamento e mais tempo com a família e amigos.

A segurança é outro fator valorizado por quem não troca o conforto do fretamento nem pelo automóvel. Após a definição do itinerário para identificar os locais de embarque dos usuários, é feito um estudo para avaliar os pontos do trajeto que possam oferecer riscos de acidentes ou situações de perigo. A direção defensiva faz parte do treinamento dos motoristas como forma de aprimorar os serviços oferecidos.

Nossos percursos são os mais variados, desde pequenos deslocamentos diários até viagens internas a grandes empresas, intramunicipais, metropolitanas, intermunicipais (rodoviárias), interestaduais e internacionais.

A importância de nossa atividade é demonstrada pelos números: mais de 20 milhões de passageiros transportados por mês; frota com mais de 10 mil veículos em todo o Estado de São Paulo; mais de 400 milhões de quilômetros rodados por ano; consumo de 168 milhões de litros de óleo diesel em média anual. Ainda geramos 16 mil empregos diretos e milhares de outros indiretos.

No final das contas, entre a administração do vale-transporte, obrigatório por lei, e o serviço transporte por fretamento legalizado, não deixa dúvidas quanto à relação custo-benefício. O problema está no poder regulador que ainda não vê o transporte por fretamento como uma alternativa de transporte para a população. Felizmente, os números não podem ser contestados e o serviço tem um papel importante como alternativa ao automóvel e ao transporte público cada vez mais saturado e ineficiente.

Silvio Tamelini é formado em Relações Públicas e Administração, empresário no ramo de transporte de passageiros, presidente da FRESP – Federação das Empresas de Fretamento do Estado de São Paulo (www.fresp.org.br) e do Transfretur – Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros e para Turismo de São Paulo e Região.

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Especial Presidentes do Brasil

Nilo Procópio Peçanha

Quinto Período de Governo Republicano - 15.11.1906 a 15.11.1910
2ª fase: 14.06.1909 a 15.11.1910

Nilo Peçanha - Divulgação
Nascimento: Campos - RJ, em 02.10.1867
Falecimento: Rio de Janeiro (DF) - RJ, em 31.03.1924
Profissão: Advogado
Período de Governo: 14.06.1909 a 15.11.1910 (01a05m01d)
Idade ao assumir: 42 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 272.529 (duzentos e setenta e dois mil quinhentos e vinte e nove) como Vice-Presidente
Posse: Não se encontra no Livro de Posse registro da posse de Nilo Peçanha por se tratar de uma substituição em final de mandato

Observação: A cerimônia de posse ocorreu em atmosfera de luto nacional pela morte do Presidente da República, talvez, por isso não tenha havido solenidade em sua investidura

Vice-Presidente: Não houve a figura de Vice-Presidente neste período por se tratar de complementação de mandato

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Curiosidade: Agronegócio

Agronegócio

Com uma população superior a 170 milhões, o Brasil tem um dos maiores mercados consumidores do mundo. Hoje, cerca de 80% da produção de alimentos é consumida internamente e apenas 20% são embarcados para mais de 209 países. Em 2003, o Brasil vendeu mais de 1.800 diferentes produtos para mercados estrangeiros. Além dos importadores tradicionais, como Europa, Estados Unidos e os países do Mercosul, os produtos agronegócio tem chegado aos mercados da Ásia, Oriente Médio e África.

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Especial Presidentes do Brasil

Affonso Augusto Moreira Penna

Quinto Período de Governo Republicano - 15.11.1906 a 15.11.1910
1ª fase : 15.11.1906 a 14.06.1909

Afonso Pena - Divulgação
Nascimento: Santa Bárbara-MG, em 30.11.1847
Falecimento: Rio de Janeiro(DF)-RJ, em 14.06.1909
Profissão: Advogado
Período de Governo: 15.11.1906 a 14.06.1909 (02a07m)
Idade ao assumir: 59 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 288.285 (duzentos e oitenta e oito mil e duzentos e oitenta e cinco)
Posse: em 15.11.1906, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senhor Rui Barbosa.

Observação: Faleceu em 14.06.1909, sendo substituído pelo Vice-Presidente

Vice-Presidente: Nilo Procópio Peçanha

Nascimento: Campos - RJ, em 02.10.1867
Falecimento: Rio de Janeiro (DF) - RJ, em 31.03.1924
Profissão: Advogado
Período de Governo: 15.11.1906 a 14.06.1909 (02a07m)
Idade ao assumir: 39 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 272.529 (duzentos e setenta e dois mil e quinhentos e vinte e nove)
Posse: em 15.11.1906, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senhor Rui Barbosa

Observação: Exerceu a Presidência como Vice-Presidente por falecimento do titular, a partir de 14.06.1909

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O Analista de Bagé e o Filho Gay

“O Analista de Bagé e o Filho Gay”
(Texto e direção de Claudio Cunha)

Estréia dia 11 de abril no Espaço Cultural Santo Agostinho - SP

Machão convicto, apegado às suas tradições, autêntico, conservador, sem complicação alguma, sincero, mais grosso que rolha de poço…
Eis aqui algumas facetas do “Pai Doto”, caracterização criada pelo cineasta paulistano Claudio Cunha, inspirado no livro “O Analista de Bagé”, de Luis Fernando Veríssimo, reeditando nos palcos de todo o Brasil, o sucesso literário.

“No inicio representávamos os causos do livro, mas aos poucos o personagem foi criando vida própria distanciando-se do original”, diz Claudio Cunha, e assume: “hoje o Analista é meu Alter Ego”.
Em 1998 o espetáculo já aparecia no Guinness Book com 2 recordes: a peça a mais tempo em cartaz e o ator a mais tempo permanente num personagem. Cunha reclama um outro recorde: o ator que mais viaja no Brasil. Em 26 anos de andanças pelos palcos do país, as várias adaptações da peça fizeram rir mais de 2 milhões de espectadores. No espetáculo acumula ainda as funções de autor e diretor - seguindo a Escola do Teatro de Revista, para ele a grande linguagem de cena brasileira.
“Pai Doto” já esteve na Casa da Dinda, numa animada terapia com o casal Fernando e Rosane Collor. Participou da CPI do PC Farias, já foi candidato à presidência da republica, teve um caso com uma super fêmea e agora esta às voltas com um filho gay.

Sobre a nova adaptação - “O Analista de Bagé e o Filho Gay”
Cláudio Cunha - na pele do “Pai Doto” - assessorado pela sua recepcionista Margarida (Adriani Richter) e pelo filho Olegário (Fausto Saez), recebe o público para uma palestra cujo tema è a “terapia do riso”. Num verdadeiro tratado do humor - de Aristóteles que disse ser o homem o único animal que ri - a Millôr Fernandes que completou a frase dizendo: rindo ele mostra o animal que é – ”Pai Doto” fala das propriedades e efeitos da endorfina, conta causos, anedotas, aponta soluções para problemas do dia-a-dia, reafirmando a primazia da piada bem contada. Subitamente chega a terrível noticia (para um gaúcho macho, uma tremenda barbaridade): seu filho é gay. E para complicar ainda mais, irrompe pela platéia uma sexóloga travando-se uma batalha verbal. Está travada a guerra dos sexos.
Felizmente, a briga das bombachas com os “bons bichas” já acabou. Diante dessa constatação, o negócio é conquistar a sexóloga. Então ela tira a mascara e o riso acaba sendo a melhor terapia.

Sobre Claudio Cunha
Nasceu em São Paulo em 29 de julho de 1946. Após concluir dois cursos de teatro - um com Eugênio Kusnet, introdutor do método Stanislavski no Brasil e outro na FAAP - foi trabalhar na extinta TV Excelsior (SP). Seus primeiros passos como ator, foram dados na novela “Sangue do Meu Sangue”, de Vicente Sesso, dirigida por Sérgio Brito. Estreou no teatro com a peça “A Irmandade dos Maridos Puros” (1969), a convite de Atila Iorio, no Teatro das Nações (SP). Fez “Hair”, sob a direção de Ademar Guerra e em seguida a novela “Meu Pedacinho de Chão”, de Benedito Ruy Barbosa, dirigida pôr Dionisio Azevedo, produzida pela TV Cultura (SP). Estreou no cinema como ator, no filme “As Mulheres Amam pôr Conveniência”, de Roberto Mauro e produziu o filme “O Poderoso Machão” (1970), roteiro escrito em parceria com o novelista Silvio de Abreu, com direção de Roberto Mauro. Sua estréia na direção foi com o filme “O Clube das Infiéis” (l972), roteirizado por Marcos Rey. Convidado pelo autor Benedito Ruy Barbosa, associado ao ex-governador Laudo Natel, dirigiu “O Dia Em Que O Santo Pecou” (l973). Depois vieram: “Vítimas do Prazer - SNUFF” (l974 – 4 milhões de espectadores), escrito em parceria com Carlos Reichenbach; “Amada Amante” (1976 – 5 milhões de espectadores) e “Sábado Alucinante” (1978), ambos roteirizados por Benedito Ruy Barbosa; “O Gosto do Pecado” (1979), escrito em parceria com Inácio Araújo e “Profissão Mulher” (1982), adaptado do livro Animal dos Motéis, de Márcia Denser e “OH! Rebuceteio” (1983), escrito em parceria com Mário Vaz Filho. Voltou às suas origens de ator com a peça “O Analista de Bagé”, baseado no “best-seller” de Luís Fernando Veríssimo. Foi parar no Guinness Book, com 2 recordes: a peça há mais tempo em cartaz e o ator há mais tempo permanente num personagem. Para o teatro produziu “Ricardão SOS” - escrito em parceria com Marcelo Madureira (Casseta & Planeta)” . Com Gugu Olimecha, escreveu e produziu: “A Cama Cor de Rosa”, “O Brasil de Cuecas”, “Eu Te Amo Mensalmente ” “Atrás do Susexo”,
“Um Avião na Minha Cama” e “É Tudo Piada”, acumulando as funções de diretor e ator. Na televisão, teve um quadro fixo no programa “A Praça é Nossa”, formando dupla com Edna Velho e Paola Rodrigues, “Benzão e Nenezona”. Na TV Globo, participou da mini-serie “Araponga”, vivendo o personagem “Coruja”. Protagonizou o caso intitulado o “Sedutor”, no programa Linha Direta, além de participações no programa “Zorra Total” (TV Globo).
Depois de vários sucessos no Cinema Brasileiro, o cineasta paulistano Cláudio Cunha voltou as suas origens de ator, na pele do Analista de Bagé. Aos poucos o personagem foi criando vida própria distanciando-se do original. Cunha usa a caracterização do machão gaúcho para dar vazão ao exercício de palco desenvolvido em anos de estrada, fazendo as pessoas rir. “Visto-me de gaúcho para ganhar a vida. E isso me dá um grande prazer”. Fã da cultura gaúcha, ele acaba de escrever um livro de anedotas “As Melhores Piadas de Bagé”, editado pela Matrix, em fase de lançamento. “É pra rachar o bico!” Quanto ao cinema, pretende voltar muito breve, para isso esta trabalhando na adaptação do livro “Bom Crioulo”, romance naturalista de Adolfo Caminha. E conclui: “Meia idade é essa fase da vida em que o trabalho dá mais prazer e o prazer mais trabalho”.

Sobre os atores
Fausto Saez e Adriani Richter
Fausto Saez é ator e modelo. Adriani Richter é Miss Poços de Caldas. Ambos estão estreando no teatro profissional pelas mãos de Claudio Cunha que já lançou grandes nomes no cenário artístico nacional.

Ficha técnica
Texto e Direção: Claudio Cunha
Elenco: Claudio Cunha, Fausto Saez e Adriani Richter

Serviço
O Analista de Bagé e o Filho Gay
Gênero – comédia
Local – Espaço Cultural Santo Agostinho - Rua Apeninos, 118 – Liberdade (estação Vergueiro do Metrô) - SP – Fone 3209-4858.
Estréia dia 11 de abril - temporada até 30 de junho de 2008
Sextas às 21h30 / sábados às 21h / domingos às 20h
Ingressos: 30,00 (15,00 - para estudantes, aposentados, maiores de 60 anos, professores da rede pública e classe artística).
Bilheteria - de quarta a domingo das 15h às 20h. / Informações (11) 9401-2180 (Adriano) ou 8324-1628 (Kátia) / Aceita cheque, dinheiro e cartões de débito / Recomendado a partir de 14 anos / Duração 95 minutos / Lotação – 718 lugares / ar condicionado / Acesso para portadores de necessidades especiais / Estacionamento 6,00.

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Passo-a-passo: Maquiagem Perfeita

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Dicas e passo a passo para que as mulheres realcem ainda mais a sua beleza

As mulheres vaidosas têm sempre um kit de maquiagem na bolsa para ficarem ainda mais charmosas onde quer que estejam. Um belo batom, lápis e rímel, em qualquer ocasião, realçam o visual a beleza feminina. Para não errar na hora da make, Falks, maquiador do Yes Jardins, conta os segredos para uma maquiagem perfeita.

“Antes de começar a preparar o rosto com a base, o ideal é passar água gelada ou fria com um algodão. A temperatura baixa ajuda no fechamento dos poros e na retenção da maquiagem”, sugere Falks. “O resultado da maquiagem na pele fica mais interessante e a face mais bonita”.

Base

É passada com uma esponjinha para preparar o rosto antes de receber produtos e para dar igualdade à pele.

Procedimento

Passar a base líquida ao redor dos olhos e base em pó no restante do rosto. Falks diz que para peles lisas, sem espinhas e com poucas marcas de expressão, a base em bastão é a mais indicada. Para as mulheres que possuem marcas fortes e espinhas, é possível ficar com pele de bebê, se passar a esponja de base líquida, na base em pó e aplicar no rosto. A cor deve ser escolhida de acordo a aproximar-se mais do tom da pele.

“Deve-se evitar o exagero na base para não ficar extremamente artificial ou criar camadas grossas, além de estar atenta para o período de validade dos produtos”, alerta o profissional.

Lápis

Destaca os olhos e dá mais vida ao olhar feminino.
Procedimento:

Os olhos são puxados como se a mulher fosse uma oriental, assim se tem mais firmeza na área em que será passado o lápis. Segundo Falks, o comum é que as mulheres preencham a pálpebra com o lápis preto. “Mas para um efeito arrasador, uma dica é: usar na região final do olho, próximo ao nariz, um lápis branco, prata ou pérola”.

Sombra

Dá efeito de profundidade aos olhos.

Procedimento

Na pálpebra superior, próximo ao nariz, usa-se tons claros, e na região externa, tons mais escuros. Ao final, a sombra deve formar um degradê.

“Durante o dia a mulher deve optar por sombras claras e esquecer as sombras com brilho”, alerta. “A cor escolhida também deve estar em harmonia com a roupa e deve-se evitar o exagero sempre”.

Rímel

Dá poder ao olhar por enfatizar os cílios, realçando-os e dando a impressão de alongados.

Procedimento

Deve ser passado da parte interna para a externa dos cílios. Para melhor efeito, o ideal é que sejam duas mãos, sempre esperando a primeira secar. Se a primeira mão estiver úmida poderá formar crostas e borrar a área interior dos olhos.

“A aposta válida são os produtos de maquiagem à prova d’água. Eles são ótimos para evitar que a make fique borrada antes da festa chegar ao fim”, explica Falks.

Batom
Dá mais expressão aos lábios, podendo afiná-los, aumentá-los ou simplesmente, torná-los mais sexys. Para o procedimento o mais simples da maquiagem, Falks dá dicas para que as mulheres fiquem com os lábios ainda mais bonitos e combinados com o restante da maquiagem.

Cores: Devem ser escolhidas de acordo com a roupa; se o quesito for a cor da pele, Falks sugere: mulheres claras, no dia a dia, usem tons claros, e as de pele escura, abusem dos tons escuros. Para a noite, pode-se usar qualquer tom.

Espessura dos lábios: as mulheres de lábios finos devem definir o contorno labial com um lápis para boca, que tenha a cor um tom mais quente que o usado no restante dos lábios. Assim, os lábios passam a impressão de serem maiores. Aquelas que têm lábios carnudos não devem fazer o contorno e devem ter cuidado com o excesso de batom para não formar placas e o visual se tornar exagerado.

Batom no papel: Não se deve apertar o batom contra os lábios para não haver excessos. O batom deve dar à mulher um ar delicado e feminino sem deixá-la vulgar. Para que os lábios fiquem sequinhos e sem excesso de batom, pode-se colocar um pedaço de guardanapo entre os lábios e abrir e fechar a boca, para que saia o excedente.

“O principal na hora de se maquiar é não exagerar nas cores, na quantidade de produtos e passar naturalidade”, afirma Falks. “A maquiagem deve ser um artifício para dar um brilho a mais ao rosto feminino, sem esconder a beleza natural de cada mulher”.

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Livro fala da Chapada Diamantina

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Novo livro do fotógrafo Araquém Alcântara, um dos mais importantes fotógrafos brasileiros da atualidade, celebra a riqueza deste oásis em meio ao sertão da Bahia

No interior da Bahia existe uma área tão grande quanto rica, de rios transparentes que banharam muito ouro e diamantes. Essa terra, ainda pouco conhecida pelos brasileiros, ganha homenagem à altura de sua exuberância com o livro Chapada Diamantina (Editora TerraBrasil), que está sendo lançado pelo fotógrafo Araquém Alcântara.

Com a publicação, Araquém concretiza um projeto antigo. “Faz 12 anos que decidi celebrar a Chapada, um dos lugares de maior beleza no Brasil, um oásis em pleno sertão. Meus projetos têm gestação lenta porque exigem infra-estrutura pesada. De qualquer modo, eu sabia que um dia iria mostrar publicamente essa terra ainda bastante preservada”, afirma o fotógrafo.

O ensaio de Araquém traz fotos captadas em filme e digitais, em cor e p&b. Ainda inclui versos de João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Cecília Meireles e outros. E o capítulo Terras do eterno garimpar, escrito por Daniel Nunes Gonçalves, rico em dados objetivos e análises sobre história, geografia, vida social, fauna e flora da Chapada. O prefácio é de Orlando Senna, cineasta e jornalista nascido na Chapada Diamantina, ex-diretor da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, atualmente na TV Pública.

Chapada Diamantina tem direção de arte e projeto gráfico de Fernando Moser (Shadow Design), edição bilíngüe português-inglês, no formato 30 cm x 24 cm.

A riqueza da Chapada – No século 21, a riqueza da Chapada Diamantina não se mede mais em ouro ou diamantes. Os minérios foram tragados pelos exploradores que correram à região em diferentes períodos. A fortuna agora é a diversidade biológica.

Araquém revela essa herança em mais de cem fotos. Estão lá a pedra e a cachoeira, a bromélia e o cacto, a mata fechada e a rasteira, a águia, o urubu, o tamanduá, a cobra, o gafanhoto, o tatu, a coruja.

Isso tudo é um síntese. Pesquisadores relacionam 161 espécies só de orquídeas. Há ainda 58 de mamíferos, 76 de peixes e 132 de aves. Sem falar nas montanhas e cavernas, com pinturas rupestres feitas pelos primeiros humanos, há oito mil anos.

A presença humana contemporânea também está devidamente representada em lindos retratos de tropeiros, garimpeiros, ambientalistas, donas-de-casa, aposentados e crianças, entre outros membros das 120 famílias reconhecidas.

Perfil de Araquém Alcântara“Tenho obsessão pela natureza primitiva, intocada e pura”. Assim, Araquém Alcântara, 57 anos, explica suas escolhas nos mais de 30 livros que lançou como autor ou co-autor em quase quatro décadas de expedições por um Brasil desconhecido dos próprios brasileiros. São registros que fizeram dele um dos pioneiros e mais importantes fotógrafos do gênero no mundo.

Outra de suas motivações é o manifesto visual pela urgência de se encontrar a sustentabilidade em prejuízo da destruição ambiental. Em sua obra pautada por essas duas paixões figura Terra Brasil (DBA, 1998; Melhoramentos, 2001), que já ultrapassou 80 mil cópias e é o livro de fotografia mais vendido no país.

Separados ou em conjunto, as publicações de Araquém compõem um riquíssimo inventário da história natural do país, com o testemunho de uma infinidade de espécies de pássaros, répteis, mamíferos, flores, árvores e outros seres, além das histórias das pessoas que habitam esses locais.

Tudo começou em Santos (SP), para onde Araquém, nascido em Florianópolis (SC), se mudou. Na costa paulista seu pai lhe apresentou a Mata Atlântica. O fez com tamanho respeito pelo verde que encantou o jovem.

“Foi pelas mãos de meu pai em meio à Mata Atlântica que percebi, ainda garoto, a eloqüência da beleza da mata, o quanto ela possui e nos apresenta de mistério, eterno e divino”, diz.

Para ele, documentar a floresta tropical é de uma dificuldade estimulante. “A mata fechada é escura. Ela entrecorta o sol e a sombra. Por um lado, fascina. Por outro, aflige. A mata não é convidativa para um fotógrafo”.

Araquém conta mais: “O trabalho exige silêncio, contemplação e paciência. Sem uma quase simbiose com a mata não se obtém a foto. E, às vezes, o cenário inclui uma onça, um jacaré ou uma jibóia”.

Seu grau de envolvimento com o assunto que focaliza fica ainda mais claro quando Araquém repete frase atribuída ao célebre fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson: “Ele dizia que, para se conseguir uma boa foto, é preciso ter a visão, a mente e o coração na mesma linha de mira”.

Tal dedicação tem lhe rendido importantes manifestações de reconhecimento. Uma das mais recentes é o Prêmio Dorothy Stang de Humanidade, de 2007. No mesmo ano, recebeu o Prêmio Fernando Pini, concedido pelas indústrias gráficas para Mar de Dentro, considerado o Melhor Livro de Arte do Ano.

Em 2006, recebeu o Prêmio Jabuti, o mais importante do meio literário, na categoria Fotografia, com o livro Amazônia.

Araquém foi o primeiro fotógrafo a documentar todos os 52 parques nacionais do país, como também o primeiro brasileiro a produzir uma edição especial para a National Geographic, intitulada Bichos do Brasil.

Em dezembro de 1997, ele realizou a sua mais importante exposição individual no exterior, Terra Brasil, na Canning House Gallery, em Londres, com 50 imagens dos parques nacionais.

E ainda tem trabalhos seus adquiridos pelos acervos do Museu do Café (Kobe, Japão), do Centro Georges Pompidou (Paris, França), do Museu Britânico (Londres, Reino Unido), do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e do Museu de Arte Moderna (MAM, São Paulo), entre outras casas.

Mais informações estão disponíveis no site oficial do artista: http://www.araquem.com.br.

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Leitura: A Luta do MST pela Liberdade

Entre a Foice e o Livro: A Luta do MST pela Liberdade

Uma exaltação à liberdade e à justiça social por meio da educação. É desta forma que o livro Educação e Sociedade: compromisso com o humano, lançamento de Edições Loyola, se apresenta ao público para tratar da questão do MST e da Escola Nacional Florestan Fernandes, esta considerada de fundamental importância no processo de emancipação dos trabalhadores brasileiros por meio da educação.

Sob a ótica da luta de classes e dos ideais marxistas, os autores Luiz Monteiro Teixeira, sociólogo, e Maria Lobo da Silva, historiadora, apresentam a trajetória do MST como força motriz de uma busca pela liberdade em tempos de barbárie. Os autores exploram na obra a capacidade de conciliar a produção de conhecimento e experiências de formação humana à dinâmica de um movimento social que conta com 350 mil famílias assentadas além de outras 100 mil acampadas.

A trajetória do maior movimento social do Brasil é marcada por intensas manifestações e por seu papel fundamental no combate às desigualdades no campo. Mas um de seus grandes diferenciais em relação a outros movimentos que surgiram na história das lutas esquerdistas no Brasil é a formação de seus membros e a capacidade que têm de se organizar.

Preocupado em formar uma consciência de classe e uma base cultural de seus integrantes, o MST construiu, ao longo de sua história, um projeto de formação que integra conceitos de pedagogia da luta, do trabalho, da organização e da cultura. O processo de criação de uma estrutura de formação educacional se desenvolveu à medida que movimento ganhava relevo no contexto social do país, como explicam os autores.

Dividida em duas partes, a obra dá espaço a cada um dos autores para que desenvolvam a própria linha de raciocínio e ressaltem aspectos particulares da história do MST. Na primeira parte, Luiz Teixeira desdobra questões referentes à pedagogia e psicologia da educação, bem como o desenvolvimento da trajetória da educação superior do movimento social. Dando continuidade ao debate, Roberta Silva aprofunda o processo de construção da Escola Nacional Florestan Fernandes, fruto da experiência do MST em formação política. A historiadora também analisa a práxis organizativa no processo de formação humana.

Educação e Sociedade propõe uma visão do movimento de massa como um projeto de humanização que reconhece as contradições da realidade social que se apresenta, mas não nega a capacidade de sonhar com a superação dessas barreiras, que marcam o fim do século XX e o início do século XIX.
Título: Educação e Sociedade: compromisso com o humano

Autores: Luiz Monteiro Teixeira e Roberta Maria Lobo da Silva
Número de páginas: 192
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 23,00
ISBN: 978-85-15-03343-0
Os livros de Edições Loyola podem ser adquiridos pelo site: www.loyola.com.br ou pelo telefone: (11) 6914-1922.

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Leitura:Stress você pode controlá-lo

Stress você pode controlá-lo

Chegamos ao tão esperado século 21, e vivemos a era da cibernética, da informática, da tecnologia de ponta, da globalização. O Planeta gira mais rápido. As informações jorram de todos os lugares, a torrente de notícias nos atordoa e as inúmeras demandas da vida moderna nos ameaça a cada dia.

Podemos falar do stress do executivo, do gerente, da dona de casa e até mesmo da criança, já que , em algum momento, poderá se manifestar como sintoma. O stress deprime o sistema imunológico, endocrino e o sistema nervoso autônomo, facilitando o alojamento de enfermidades.

Os sinais do corpo se multiplicam sob diversas formas: taquicardia, astenia psíquica, tremores, sudorese, dor de cabeça, pressão alta, problemas digestivos e de intestinos, cardíacos, ansiedade e depressão, atingindo indistintamente adultos e crianças.

A autora Olganir Merçon Tezolin neste livro apresenta maneiras de ajudá-lo, em meio a tanta correria e tantos desencontros, a sintonizar o corpo com a mente, facilitando, assim, seu caminho em direção a Saúde, à Harmonia é a Paz


Título Stress você pode controlá-lo
Autor Olganir Merçon Tezolin
Editora Elevação
ISBN 978-85-7513-085-8
Formato 14,0X21,0
Páginas 96
Preço R$15,90

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