Arquivo de Janeiro de 2008

Lego

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Peças de montar da Lego fazem 50 anos

As pecinhas de montar da Lego completaram 50 anos nesta segunda-feira (28). O brinquedo foi criado em 28 de janeiro de 1958 pelo dinamarquês Ole Kirk Christiansen e seu filho, Godtfred Kirk Christiansen.
A empresa detém 80% do mercado no segmento de brinquedos de montar. Até hoje, cerca de 400 bilhões de pecinhas foram vendidas em todo o mundo.

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Dia do Jornalista

No “Dia do Jornalista”, saiba mais sobre as datas de comemorativas da mídia brasileira
Por Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA

A comemoração dos 200 anos da imprensa brasileira, neste ano de 2008, pode ser considerada uma forma a mais para lembrar o “Dia do Jornalista”. Afinal, se a imprensa no Brasil chegou até o país com qualidade e retidão, desde 1º de junho de 1808, quando começou a circular o Correio Braziliense, editado em Londres por Hipólito José da Costa, é devido ao trabalho e dedicação de todos os jornalistas, profissionais empenhados em transmitir ao público informações de qualidade.

29 de janeiro, é mais citada nos calendários comemorativos brasileiros como a do “Dia do Jornalista”. Entretanto, poucas são as referências à sua criação. Algumas informações levam à data de falecimento do jornalista e abolicionista José do Patrocínio, em 1905. O “Dia do Jornalista” seria, então, uma homenagem a ele. Outras referências remetem 29 de janeiro a um dia exclusivamente católico. Discordâncias à parte, o “Dia do Jornalista” também é aplaudido por alguns no dia 24 de janeiro, dia de São Francisco Sales (bispo e doutor da Igreja Católica), padroeiro da profissão.

Já a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) comemora o “Dia do Jornalista” em 7 de abril, homenageando Líbero Badaró, médico e jornalista. Assassinado por inimigos políticos em São Paulo, em 22 de novembro de 1830, sua morte gerou um movimento popular, que culminou na abdicação de D. Pedro I no dia 7 de abril de 1831.

O “Dia Mundial da Liberdade da Imprensa” foi escolhido para ser comemorado no dia 3 de maio pela Organização das Nações Unidas, que reconhece o “direito à vida, à liberdade, à integridade e à segurança, assim como o direito à liberdade de expressão direitos humanos fundamentais reconhecidos e garantidos pelas convenções e instrumentos internacionais”.

Já o “Dia Mundial do Jornalista”, levando em conta a quantidade de pessoas que o comemoram, deveria ser 8 de novembro, data oficial da China. Por enquanto, pelo menos os 1,3 bilhões de chineses e todo o resto do mundo não têm motivo para celebrá-lo: em 1º de janeiro deste ano, um relatório do Foreign Correspondents Club of China (FCCC) divulgou que muitos profissionais da imprensa continuam sofrendo ataques e ameaças no país asiático, apesar da vigência da nova lei chinesa para jornalistas estrangeiros.

A lei, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2007, tornou desnecessário o pedido de permissão às autoridades chinesas para entrevistar qualquer cidadão ou trabalhar em cidades diferentes à de residência do correspondente. No entanto, a norma, válida até o fim dos Jogos Paraolímpicos, em outubro deste ano, não é conhecida por muitos dirigentes locais de províncias ou é descaradamente descumprida, havendo repetidas violações em certas regiões, com casos até de jornalistas agredidos ou ameaçados.

A frase de Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU, em seu pronunciamento no “Dia Mundial da Liberdade de Imprensa” de 2006, ilustra o desejo de todos os jornalistas, e homenageia o profissional que luta por um trabalho digno e por informações decentes: “A mídia não pode se limitar a informar sobre as mudanças ocorridas, mas deve ser também, ela própria, um agente de mudança. Todos deveríamos ser gratos à imprensa pelo seu trabalho e pela sua imaginação. Espero que a mídia, nova ou tradicional, possa continuar a realizar o seu trabalho, livre de ameaças, medos e de qualquer outra limitação”.

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Jornalistas Desiludidos

Jornalistas Desiludidos com a Profissão

Pesquisa realizada com 770 jornalistas norte-americanos revela que 25,7% pretendem deixar a profissão e 36,2% responderam que não sabem se querem. Os números são ainda mais elevados para jornalistas mais jovens, com até 34 anos: 31% deles pretendem sair e 43,5% dizem que não sabem. Entre as principais razões para a elevada taxa de jornadas desiludidos com a profissão são os baixos salários, as “longas e indesejáveis” jornadas de trabalho e o estresse.

A pesquisa foi idealizada pelo professor Reinardy Scott, da Ball State University, com a finalidade de verificar que fatores desestimulam o exercício da profissão, entre os quais estão a idade, a carga de trabalho, bem como a circulação do veículo em que atua o jornalista.

De acordo com as conclusões, muitas publicadas hoje em bloggasm.com, as mais altas taxas de frustração com a profissão verificaram-se entre os editores de jornais de pequeno porte.

Jornalistas de todos os setores das redações responderam à pesquisa, mas a maioria dos entrevistados trabalhava como repórter.

Jornalistas que disseram ter vontade de abandonar a profissão não pretendem necessariamente deixar a mídia. Alguns especulam que pretendem trabalhar como autônomos ou entrar na área de relações públicas. Outros desejam trabalhar em universidade ou voltar a estudar e se formar em outra profissão.

Este é apenas o início de estudos que o professor Scott pretende desenvolver sobre a desilusão com a profissão de jornalista. O próximo passo consiste em realizar uma série de entrevistas em profundidade com 100 jornalistas sobre a sua insatisfação com os seus empregos.

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